Cardápio musical

Nesta página publique a sua trilha sonora, as músicas que fizeram a história da sua vida. Não esqueça de oferecer informações necessárias com o nome da música, artista e estilo. Você pode citar as informações e se for possível o link para acesso.

PINK FLOYD

PINK FLOYD – UM SOM PARA VIAJAR…

O Pink Floyd é uma banda inglesa formada na cidade de Cambridge em 1965, inicialmente reconhecida pelo estilo psicodélico e experimental durante sua fase inicial e mais tarde por seu álbuns conceituais, letras filosóficas e concertos extremamente elaborados, com combinações muito originais entre som e imagem em todas as suas fases.

Um dos conjuntos de maior sucesso na história, a banda vendeu 200 milhões de discos ao redor do mundo, obtendo o recorde de manter por mais tempo um álbum (The Dark Side of the Moon) no Top 200 da Billboard – 741 semanas consecutivas, ou seja, mais de 14 anos.

Apesar do moderado sucesso nas rádios à fase inicial, o Pink Floyd era uma das bandas mais conhecidas e respeitadas no underground londrino, quando realizava shows memoráveis por sua combinação de sons e luzes, arquitetada pelo então líder Syd Barrett. Algum tempo depois do lançamento do primeiro álbum, The Piper at the Gates of Dawn, de 1967, o comportamento imprevisível de Barrett, agravado pelo seu uso abusivo de drogas, forçou seu posterior desligamento. Durante algum tempo ele ainda permaneceu na banda de forma apagada, compondo apenas uma música do disco A Saucerful of Secrets (1968). Barrett, que sofria de diabetes, teve sua situação médica agravada lentamente ao longo dos anos, o que culminou em sua morte por câncer em 2006.

O próximo disco – já sem a presença de Syd – More, de 1969, trilha sonora para o filme homônimo, contava com David Gilmour já como guitarrista e vocalista principal em todas as faixas.

Durante algum tempo a banda permaneceu sem rumo certo em função da perda do líder e principal letrista. Discos experimentais e longas músicas instrumentais são exemplos dessa época: Ummagumma, álbum duplo de 1969, Atom Heart Mother (1970) e Meddle (1971). Antes de seu disco de maior sucesso, Dark Side of the Moon (1973), a banda ainda lançou em 1972 Obscured by Clouds, outra trilha sonora e um dos discos mais singulares do Pink Floyd.

Foi com Dark Side que a banda se tornou mundialmente conhecida e atingiu grande nível de popularidade. O disco, aclamado pelo público e pela crítica, tematizava sobre diversos problemas que afligem o homem moderno, como o dinheiro, a loucura, a morte e a apatia, dentre outros. Esse sucesso intensificou a influência do baixista Roger Waters, que criou os conceitos de todos os demais álbuns dessa época.

São eles: Wish You Were Here (1975), Animals (1977), The Wall (1979) e Final Cut (1983). O primeiro trata basicamente sobre a ausência – tanto a de Syd quanto a dos membros à época, em parte desmotivados por terem alcançado tanto sucesso com o disco anterior. Há também severas críticas à indústria fonográfica em geral, exemplo de Welcome to the Machine e Have a Cigar.

Animals, não tão bem recebido pela crítica quando do seu lançamento, é uma adaptação do clássico de George Orwell, A Revolução dos Bichos. Apesar disso, o disco é provavelmente o auge técnico dos integrantes e possui muito boa avaliação entre os fãs.

Com o próximo disco – The Wall – que muitos concordam ser o ponto alto de Waters como compositor, a banda novamente alcança o topo das paradas da Billboard, vendendo mais de 11 milhões de cópias, o que o torna o disco duplo mais vendido de todos os tempos. Complexo e bastante autobiográfico, o disco tem como ponto chave o processo de isolamento causado por traumas sofridos ao longo da vida.

Um deles, a morte do pai na 2ª Guerra Mundial, é mais bem trabalhado no último disco sob a liderança do baixista: Final Cut, que também contém críticas à política bélica britânica, comandada na época por Margaret Thatcher.

Waters, que alegava sérias divergências com os demais membros da banda, declarou o fim em 1985. Insatisfeitos com o desfecho da situação, David Gilmour, juntamente com o baterista Nick Mason brigaram na justiça com Waters, ganhando o direito de continuar usando o nome Pink Floyd mesmo sem a presença do ex-líder.

Após isso foram lançados 2 álbuns sob liderança do guitarrista: A Momentary Lapse of Reason, de 1987, com fortes influências da década de 80 (e que ainda não continha a presença de Wright), e The Division Bell, de 1994, com diversas letras co-escritas pela mulher de Gilmour, Polly Samson.

Em 2 de julho de 2005 e pela primeira vez em 24 anos, a formação mais clássica do Pink Floyd voltou a tocar, para a sua maior platéia, no Festival Live 8, em Londres. Em 15 de setembro de 2008 morre o tecladista Richard Wright, pondo um fim no sonho de um possível retorno da formação clássica do Pink Floyd.

Editado por Raphael_Ramone em Jun 26 2012, 22h16

Fontes (ver histórico)
http://murodoclassicrock.wordpress.com/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pink_Floyd
Editado por: http://www.lastfm.com.br/user/Maguetaa

Assista vídeos !

PINK FLOYD – THE WALL

Alanis Morissette

Curto o som dessa garota que além de melódico é politicamente correto. Neste site encontrei uma coletânea que recomendo. Link para acesso http://sonora.terra.com.br/templates/artistMusics.aspx?idArtist=101

“Bono apetite”!

Marcelo Amoreira

Raul Seixas

Grande musico e filosofo, que com suas poucas e boas palavras conquistou e ainda conquista o ouvido de milhões de brasileiros.

Leonardo Luna

Rock And Roll Pelas Décadas

Vou apresentar algumas músicas e bandas de cada contexto histórico que ronda o Rock entre suas décadas e um poucos dos acontecimentos principais.

Parte 1

Precursores: Escravidão dos negros nos Estados Unidos e décadas de 20, 30 e 40

http://www.youtube.com/watch?v=dmFUXYaZIMk

O Rock teve suas raízes dos escravos negros que foram levados para a América para servir os Ingleses no trabalho forçado. O sofrimento e a dor que durou anos e anos desse povo passou a ser transformado em cantoria, assim essas cantorias e músicas feitas depois ou durante o trabalho ficaram conhecidas como Work Songs (canções de trabalho).

Depois de os escravos serem libertados, esse tipo de música foi instrumentada e foi evoluindo até passar a ser conhecida como Blues. O Blues- tocado geralmente por velhinhos com violões ou bandas de Banjo(banjo blues) ou até de violinos feitos em casa e jarras (as Jug Bands que consistiam em bandas de folk e bluegrass que tocavam soprando jarras)-Retratava o sofrimento, dor e a injustiça sofrida pelos que antes eram escravos. Mas também era utilizado para diversão e desabafo das pessoas.

Contam histórias de que o primeiro a começar com a Popularização Do Blues foi o músico bem formado negro W.C. Handy. Ele contou que viu um senhor parado numa estação com o rosto marcado pelo sofrimento tocando um violão ressonador com um canivete. Depois a popularização foi acontecendo mais ainda quando os caça talentos e representantes de gravadoras da cidade grande foram pro interior procurando esses músicos no Delta Do Mississippi e no Texas etc. Depois, já nos anos 40, os donos de gravadoras e casas de shows se surpreenderam ao ver não senhores velhos e magros com violões, mas sim jovens fortes com Guitarras Elétricas.

Alguns grandes nomes:

Robert Johnson:

O famoso e polêmico Robert LeRoy Johnson, um simples garoto do Mississippi considerado um dos melhores Gaitistas da cidade que voltou como o melhos Guitarrista da cidade, nascido em 1911, Robert foi considerado o rei do Delta Blues (assim nomeado o blues tocado na região do rio Mississipi onde ele forma um delta). Era um boêmio, adorava festas e mulheres, muitas de suas letras tratam de amores violentos (Kind Hearted Woman Blues, Ramblin’ On My Mind), músicas tradicionais ou mulheres que vão embora (Sweet Home Chicago, Love In Vain) ou o principal assunto porque ele é conhecido: Robert johnson era muito desejado pelas mulheres e muitas traíam por ele, ele era um grande músico que inventou estilos e desenvolveu ritmos impressionantes, por isso gerava muita inveja e ciúme, então talvez por isso que ele tenha sido acusado de Fazer Um Pacto com o demônio. E ainda milhares de aspectos reforçavam essa crença. Costumava tocar de costas para esconder os acordes inventados e era dito que ele fazia isso pra esconder o olhar demoníaco que aparecia quando ele tocava além das músicas Me and The Devil Blues e Crossroads que tratam sobre o mito de que ele encontrou o Diabo em uma encruzilhada e entregou seu violão para ele afinar. Ele morreu aos 27 anos assassinado por um bar man que o viu com a sua mulher.

Algumas Músicas:

http://www.youtube.com/watch?v=3MCHI23FTP8

http://www.youtube.com/watch?v=Yd60nI4sa9A

http://www.youtube.com/watch?v=dloPrGI0EuY

Robert recebeu algumas técnicas e ensinamentos do bluesman:

Son House:

http://www.youtube.com/watch?v=QA8-ZOuKetU

Eddie Son House, ensinou além de Robert johnson, Muddy Water, um bluesman eletrificados já da era pós-guerra. Son house foi blueman durante os anos 20 e 30 até sumir e depois, nos anos 60 ser reencontrado e se apresentar várias vezes. Devia ser impressionante ver um cara desses na tv em cores ou num show. Vendo ele, imaginando sobre o que ele passou, além dele ter conhecido Robert Johnson e…

Charley Patton:

Bluesman de que não se sabe exatamente de onde veio, dizem que ele é Mexicano, ele viveu em uma fazenda e vila chamada Dockery Farms e foi expulso por que ele só queria tocar. Viajou viajou e finalmente encontrou alguém para gravar suas músicas.

Charley era baixinho com uma voz grave e era um Showman quase um palhaço de circo por fazer truques iguais aos do Jimi Hendrix antes mesmo de ele nascer.

http://www.youtube.com/watch?v=ZRWn3zYas_I

Muddy Waters:

Guitarrista que teve sua carreira no período da segunda guerra pra frente já no período eletrificado.

Também teve aulas com o Son House.

http://www.youtube.com/watch?v=NV_ZhBcNiQQ&feature=fvst

3 comentários sobre “Cardápio musical

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