33 comentários sobre “História

  1. Nota de aula dia 17/05/2013:
    Nessa aula aprendemos que a nobreza medieval descendeu dos reis germânicos que invadiram o império romano e de antigos patrícios, que permaneceram devido a acordos com esses reis germânicos, como o código visigotico.
    Aprendemos tambem que, como os filhos não primogênitos dos nobres, não ganham uma parte da herança do pai, estes acabavam buscando uma carreira religiosa, entrando pro alto clero.
    O alto clero, nessa época era muito influente, era ele que tomava as decisões da igreja. Os interesses da igreja e da nobreza eram os mesmos e assim ambos saiam beneficiados.
    É importante lembrar que as ordens medievais clero, nobres e camponeses não eram as únicas, haviam outros grupos sociais

  2. A reforma agrária no Brasil é muito importante para garantir aos trabalhadores rurais um lugar para viverem e dar melhores condições de vida aos brasileiros que mais necessitam, como também fazer o Brasil crescer e ser mais justo e igual para todos.

  3. Na aula de história do dia 25/02/2013 vimos um vídeo sobre a reforma agrária, desde a epóca em que os portugueses extraiam minerios, até a movimentação do MST, um dos maiores do mundo na questão da manifestação social. o MST tem mais de 80.000 familias cadastradas no grupo, sendo também o mais antigo do mundo na ativa desde 1984, o projeto conseguiu vários objetivos, como: moradias, educação, alimentação e trabalho para os cadastrados.

  4. Nota De Aula 25/02/2013
    A necessidade da reforma agrária no Brasil
    Por volta de 29 anos atrás foi fundado o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra(MST). Esse
    grupo tem como principal reivindicação acabar com a injustiça na divisão de terras no Brasil e assim conseguir terras para que o seu grupo possa formar comunidades criando a possibilidade de se sustentar, por tanto eles reivindicam uma reforma agrária
    Além da garantia de terra para todos que vivem no campo o co-fundador do MST João Pedro Stedile afirma que também é necessário que o governo de condições aos novo agricultores, condições como instruções, equipamentos e mais importante, ensino básico, por essa razão a existência de escolas nas comunidade é tão comemorada pelo membros do movimento

  5. Luana Lecher – 8o Ano B
    22/02/2013:
    No início da aula assistimos um video do programa “extra classe” no Coruja Sapiens, falando sobre a reforma agrária, logo depois fizemos uma discussão sobre o que vimos.

    A reforma agrária no Brasil nunca aconteceu e um dos motivos é que para ela acontecer é preciso a desapropriação de terras e muitos grandes fazendeiros não concordam com isso, só para ter uma idéia existem 125 bilhões de terras improduivas. Muitos alunos pensam “não gosto de estudar” ou “não gosto de ir para a escola” mas elas (escolas) são o lugar onde ,principalmente, se comunica sobre esses problemas sociais.

    Uma outra forma de resolver o problema é formar pequenas propriedades produtoras cooperativas, assim o dinheiro seria distribuido de forma mais justa, ou seja haveria uma justiça social maior no meio rural. Isso não acontece no Brasil porque se isso acontecesse teriamos uma diminuição dos lucros e o governo não quer isso.

  6. Na aula do dia 08/02, falamos sobre os cuidados com os ambientes públicos, privados e coletivos. Chegamos à conclusão de que cuidamos melhor dos ambientes privados (nossas casas, por exemplo) do que de uma praça, que é um ambiente público (ou seja, muitos jogam lixo no chão e picham as praças, mas jamais fariam isso em suas próprias casas, onde não pode ter nenhum papelzinho no chão).

  7. A burguesia e a gentry estavam descontentes com a forma de organização política com a centralização do poder real, além da sustentação financeira da coroa, pois ela exigia um grande aumento de impostos e estava controlando a comercialização de vários produtos como o sal, o sabão e o carvão. O Parlamento, que tinha na sua composição nobres, através da Câmara dos Lordes, e representantes da burguesia e da gentry através da Câmara dos Comuns, mostrava um crescente descontentamento com o avanço espanhol na América e com o lucrativo tráfico negreiro fora das mãos dos comerciantes ingleses
    Essa oposição política também se expressou no campo religioso. O protestantismo havia ganhado a adesão do rei Henrique VIII , que criou a igreja anglicana mantendo a estrutura do clero católico e as imagens sagradas, mas adotou a doutrina calvinista. Após o reinado de Elizabeth as orientações anglicanas foram reforçadas. Isso estava de acordo com a gentry e a burguesia que criticavam a presença de rituais católicos no anglicanismo e valorizavam a teologia calvinista assim queriam reforçar o protestantismo retirando os traços católicos do anglicanismo, o que fazia eles se autodenominarem puritanos. Porém com a chegada do rei Jaime I a monarquia começou a enfatizar os rituais católicos presentes no anglicanismo, ao mesmo tempo perseguindo os católicos e calvinistas . O grupo político que era liderado pela gentry e pela burguesia se opunha a isso e ressaltava a teologia calvinista. No auge dessa oposição se iniciou a Revolução Puritana.
    Quanto o rei Carlos I assumiu o poder a tensão entre a Coroa e o Parlamento, com o descontentamento a burguesia e da gentry vinha crescendo. Em 1628 o Parlamento exigiu que o rei aceitasse a Petição de Direitos, o que faria diminuiria o poder do rei. Oque fez com que ele dissolvesse o parlamento.Por causa disso parte da população deixou de pagar os impostos que não tinham autorização do Parlamento.
    Por conta de um conflito armado com a Escócia, o rei Carlos I convocou novamente o Parlamento para obter novos recursos, o que marcou o início da Revolução Puritana. A gentry e a burguesia conseguiram proibir o rei de manter um exército permanente, a Câmara Estrelada foi abolida e a política religiosa, que era coordenada por tribunais eclesiásticos ligados diretamente ao rei, passou a ser controlada pelo Parlamento.
    Ocorreu uma guerra civil entre o Parlamento e o rei Carlos I, que terminou com a sua decapitação em comando do puritano Oliver Cromwell, a extinção da Câmara dos Lordes e a proclamação da República, sob a liderança de Cromwell, que durou até pouco depois da sua porte, quando seu filho foi deposrto e a monarquia restaurada com Carlos II. Em 1685 assumiu Jaime II que queria reafirmar o poder da monarquia, apoiando a aristocracia e favorecendo os católicos, contrariando os revolucionários, que articularam a derrubada do rei oferecendo o trono à sua filha Maria de Orange casada com o príncipe Guilherme de Orange, que tinham apoio do Parlamento, que já caracterizava-se como burguês, mas com a condição de respeitar a Declaração de Direitos.
    Através da Declaração de Direitos foi transferido ao Parlamento o controle das decisões legislativas, econômicas e financeiras, o que permitiu à burguesia dirigir os negócios do Estado conforme os seus interesses, permitindo a consolidação de medidas favoráveis ao negócios mercantis.

  8. Marcelo sem querer eu coloquei minha nota de aula nas notas de aula de filosofia .
    Nota de Aula
    Na nossa aula de historia passada nos estudamos sobre oque estava acontecendo com a Coroa e sobre a Revolução Puritana .
    A Coroa estava aumentando muito os impostos e a Gentry e a Burguesia Mercantil estavam descontentes com isso além de que elas não estavam tendo uma participação razoável no comércio , e a Gentry queriam se aproximar do poder , ela queria reforçar o protestantismo mais radical com as idéias calvinistas já que as idéias calvinistas valorizavam a atividade de lucro (eles se autodenominavam como puritanos ) o auge dessa oposição se deu de 1640 a 1649 que ficou conhecido como Revolução Puritana .
    Quando Carlos primeiro assumiu o poder a tensão entra o parlamento e a coroa vinha aumentando , o Parlamento começou a exigir que o Rei aceitasse uma petição de direitos , que impedia a Coroa de convocar o exército sem a autorização do Parlamento , oque fez com que o Rei acabasse dissolvendo o Parlamento , e depois a população começou a recusar-se á pagar impostos sem a autorização do parlamento .
    Em 1640 a Inglaterra começou a exigir a conversão da população escocesa ao anglicanismo e já que a Coroa estava sem recursos foi obrigada a convocar o Parlamento .
    A Gentry e a Burguesia consseguiram que a Coroa assinasse a petição, a Câmara estrelada tinha sido abolida , e a politica religiosa começou a ser controlada pelo Parlamento , daí em diante começou uma longa guerra civil o próprio rei foi decapitado os vencedores proclamaram a republica da Inglaterra sobre a liderança de Cromwell que permaneceu no governo ate 1658 , quando morreu e seu filho assumiu o lugar .
    Em 1685 subiu ao trono Jaime segundo que tentou reafirmar o poder da monarquia favorecendo os catolicos contra as suas pretensões Jaime segundo , os revolucionários articularam sobra a derruba do rei , e o trono foi oferecido para sua filha Maria de Orange , Jaime segundo foi deposto , sua filha foi mantida no poder para dar uma idéia de sucessão mais quem vai mandar realmente é o Parlamento e lá até hoje funciona dessa maneira .

  9. Com a tentativa de reafirmar o poder monárquico apoiando a aristocracia e favorecendo os católicos, o rei Jaime II – 1685 – foi auge de revoluções que tinham o intuito de derrubá-lo do poder.
    Em 1688 a “derrubada real” foi articulada e posta em prática, marcando, assim, o início da Revolução Gloriosa, causada principalmente pelo governo de Jaime que ia contra os ideais parlamentares, que naquela época estava se fortalecendo, sem falar que o parlamento era calvinista e desapoiavam o catolicismo totalmente.
    Com o apoio do parlamento subiram ao trono Maria e Príncipe Orange. Isto facilitou a posse do controle econômico e das decisões politico administrativas da Inglaterra para o classe parlamentar.
    Os camponeses também não estavam nada felizes com o rumo para o qual a revolução estava tomando, por isso em 1640, estes tomaram a primeira atitude com a intenção de possivelmente implementarem a “reforma agrária” (naquela época ainda não existia tal conceito), pois a terra propunha mudanças nas relações econômicas, na vida social das pessoas e nos valores culturais e religiosos. Era uma espécie de “revolução dentro de uma revolução”, pois o campo se rebelava por um motivo diferente dos outros que ao mesmo afetava o resultado do motivo de tanta guerra.

  10. Nota de Aula – Dia 9 de Novembro de 2012
    Em um primeiro momento da aula, discutimos um pouco sobre como a Inglaterra estava divida em classes (a aristocracia, que havia se apropriado das terras de forma ilegal, a gentry, que eram filhos da aristocracia, mas não tinham títulos, e os yomem, a classe de camponeses) e de que o poder do rei era suportado por instituições, tais como: o Conselho Privado (sustentado pela nobreza), a Câmara Estrelada (sustentada pelo poder judiciário), as tribunas eclesiáticas e o Parlamento, que se divide na Câmara dos Lordes (nobreza) e a Câmara dos Comuns (gentry e burguesia mercantil).
    Em seguida, lemos e discutimos um pouco sobre a Revolução Inglesa, cujo resumo histórico ,preparado em aula, segue abaixo:
    A rainha Elizabeth morreu em 1603 e, como não deixou filhos, chegou ao fim o reinado de 118 da dinastia Tudor. E Jaime, filho de Mary Stuart, era o próximo na linha de sucessão.
    Jaime colocou um fim no conflito com a Espanha, o que inaugurou um período de paz de quase 20 anos. Porém, ele era adepto ao direito divino dos reis, chocando-se com o Parlamento, que almejava influir mais no governo. Esse confronto chegou ao auge em 1625, quando Jaime foi sucedido por seu filho, Carlos.
    Herdando não apenas a coroa, mas também a convicção absolutista do pai, Carlos I travou uma acirrada luta com o Parlamento. Como esse não abria mão do direito de controlar os gastos do rei e lhe restringir o poder, em 1629 Carlos dissolveu o Parlamento.
    A guerra civil finalmente eclodiu por conta de questões religiosas, ligadas à religião criada por Henrique VIII, o anglicanismo. A Escócia se rebelou contra o novo livro de preces da Igreja Anglicana, que parecia católico demais, e invadiu a Inglaterra. Necessitando de recursos para lutar contra os escoceses, Carlos viu-se obrigado a reconvocar o Parlamento, que lhe fez exigências. Carlos, então, marchou até a Câmara dos Comuns (uma das duas Câmaras que formava o Parlamento), acompanhado de soldados. Esse ato revoltou cidadãos e logo se mobilizaram tropas de apoio para ambos os lados e começou a guerra.
    No início, o conflito estava indecidido, até que Cromwell, um dos membros do Parlamento, tomou para si a tarefa de recrutar e treinar soldados, mudando todo o rumo da guerra. Em 1645, Carlos I rendeu-se, sendo julgado de traição e executado. O Parlamento, então, governou a Inglaterra como República durante uma década. Porém, problemas problemas começaram a surgir. E, em 1658, as portas foram abertas para a anarquia.A solução foi restaurar a monarquia , e o filho de Carlos I foi coroado rei.
    Em 1665, a peste bubônica assolou Londres e um grande incêndio destruiu todo o centro da capital do reino. Esse, além de outros fatores, influenciou a tentativa de invasão da Holanda e, para enfrentá-los, Carlos aliou-se ao rei XIV, da França.
    Católico, Carlos II firmou um acordo com o rei da França, no qual, em troca de dinheiro, iria restituir o catolicismo na Inglaterra . Vários católicos foram então nomeados para altos cargos e o Parlamento, horrorizado, incentivou uma invasão comandada pelo líder protestante holandês Guilherme de Orange. Ao saber de sua aproximação o então rei da Inglaterra, Jaime, se exilou e deixou o trono livre para que Guilherme se tornasse rei.

  11. A Revolução Inglesa teve dois momentos muito importantes: Revolução Puritana e a Revolução Gloriosa. Nos cinquenta anos que elas aconteceram, ocorreram transformações que fortaleceram os mercadores ingleses e a nobreza rural, chamada gentry. No século XVII, a Inglaterra tinha grande desenvolvimento do comércio e da industria de lã. Nessa mesma época, os grandes senhores de terras cercavam suas propriedades e transformava-as em áreas de pastagens de ovelhas que forneciam lã. Assim, muitas pessoas da população rural foram obrigadas a se mudarem para as cidades.

  12. “Revoltas camponesas e religiosas”

    No momento em que Martinho Lutero, um monge alemão, decidiu se opor a Igreja Católica, os camponeses, ainda submetidos pelas regras feudais, perceberam isso como uma oportunidade de refletir sobre sua condição social e a exploração imposta pelos senhores, já que o clero católico colaborava e participava dela. Na região da Turíngia (na atual Alemanha), um grupo de camponeses, liderados por Thomas Müntzer, que adotou as ideias de Lutero, resolveu criar uma revolta contra o Alto-Clero e a Igreja Católica. Isso foi influenciado pela revolução de Lutero (A reforma protestante), que foi apoiada por uma pequena parcela da nobreza. Já Lutero não teve como apoia-lo, já que recebia apoio da nobreza, que era ameaçada pelas ideias de Müntzer. A Igreja Católica conseguiu o apoio do Exército Alemão, e, juntos, em 1525, foram juntos derrotar a revolta de Müntzer: 400 homens morreram em combate, e o teólogo foi preso, torturado e posteriormente executado.

  13. Nota de Aula 28/10/2012
    Nessa aula discutimos como o protestantismo se expandiu na Europa, em especial no oeste europeu. Debatemos como Lutero (o alemão e criador do protestantismo) conseguiu conquistar apoio dos nobres. Os mesmos não queriam guerrear, principalmente Martinho Lutero que não queria se envolver com a política. Porém outro alemão chamado Thomas Müntzer queria revolução e poder diferente de Lutero. Além disso Müntzer tinha apoio dos camponeses e servos e queria adaptar o protestantismo, que enfureceu a população.
    No final o professor lançou um questionamento: Por que o protestantismo foi forte na Europa?

  14. Notas de aula dos dias 19/10/12 e 26/10/12:

    A igreja Católica, tinha uma série de normas de conduta, e se essas normas não fossem seguidas ou se fossem criticadas, o crítico ou o não seguidor seria considerado herege, e poderia receber punições. Isso se intensificou no século XVI, por exemplo: A bíblia não poia ser traduzida, e dessa forma as pessoas não entendiam a bíblia completamente; Se um padre alemão, rezasse a missa em sua língua, ele seria considerado um herege e acabaria punido. Então, um grupo chamado ulbigenses mudou, ou pelo menos tentou mudar alguns ritos católicos, e as pessoas foram deixando de segui os ritos católicos para seguir os ulbigenses. Por isso, a Igreja Católica puniu tanto os Ulbigenses, como aqueles que os seguiram, ou seguissem.
    Devido as críticas formuladas pelos protestantes, a Igreja Católica fortaleceu o Tribunal da Inquisição e organizou o concílio de Trento. Em 1542, a Inquisição passou a ter poderes mais amplos e a se preocupar com a ortodoxia de textos teológicos, além de julgar crimes contra a fé, acusações de bruxaria, blasfêmias contra a própria Igreja, atos imorais e todo o tipo de heresia. Além disso em 1542 e 1563, a elite eclesiástica católica tomou diversas medidas a fim de reformular a Igreja e exercer maior controle sobre a prática de seus fiéis e dos clérigos, processo chamado Contra-Reforma.
    O Concílio de Trento tomou muitas decisões importantes como a criação de seminários, a introdução do catecismo e a imposição de limite à recriação popular de imagens santas e maior rigidez aos critérios de beatificação. Também criaram-se condições para obter-se maior controle de vida do clero e foi instituído o Index.

  15. Desde o início da idade média, houveram diversos grupos de pessoas que não aceitavam completamente as regras de conduta impostas pelo clero. Muitos desses grupos faziam alterações nas práticas religiosas, o que era considerado heresia pela igreja. Alguns tentavam traduzir a bíblia (era proibido. As missas eram rezadas em latim sem ter uma palavra alterada. O povo não entendia grande parte do que era dito nas missas), outros como os albigenses (ou cátaros. Um grupo instalado na França) que descartavam o velho testamento e impunham outras regras de conduta, e, principalmente, Martinho Lutero, monge alemão que criou uma nova “divisão” do cristianismo ao contestar a venda de cargos eclesiásticos, comercialização de itens sagrados e indulgências (documentos que garantiam a salvação da alma). Lutero fundou o protestantismo.

  16. No dia 07/10 debatemos sobre a nova ética protestante. Houve pessoas que discordaram da Igreja, assumindo uma posição crítica em relação á religião, muitos se desviaram da Igreja. Essas críticas e desvios são considerados heresias e os seguidores hereges. Este optava por uma religião que se contrapunha ao catolicismo ou o transformava. O herético era identificado como louco, e a heresia era considerada sinônimo de insanidade. As pessoas da época relacionaram a bruxaria com heresia, depravando a imagem do herético.
    Na França os cátaros ganharam muitos adeptos, ameaçando o domínio da Igreja. Para derrota-los foi nescessário intervenção militar.
    A reforma protestante é uma religião que criticou a venda de cargos eclesiásticos e imagens sagradas e as atitudes moralmente condenadas de parte do clero.
    Na Alemanha vários principes apoiaram o Lutero e suas teses e elaboraram um documento invocando liberdade religiosa. O Lutero defendia que o contato com Deus deveria ser direto, sem intermerdiários. Para eles sem santo e qualquer outro intermediario entre o homem e Deus, a oração e a fé seriam os instrumentos mais importantes para aproximar o homem da salvação.

  17. Na aula do dia 29/09/12, debatemos a relação da burguesia com o estado. Após o debate, lemos uma parte do livro didático das pags. 126 a 128, gerando outro debate sobre Tomas Hobbes que afirmaria que sem um líder com o total poder a humanidade entraria em um grande conflito, por outro lado, existia a igreja que dizia que o líder estava ali pela vontade de Deus. Vimos também a grande importância da etiqueta para os burguese. Era como se fosse características em comum entre os burgueses, desde o vestimento até o modo de sentar e comer à mesa.

  18. Na aula do dia 21/09, debatemos primeiramente sobre o apoio que a burguesia dava ao Estado quando havia interesse mútuo: o Estado queria dinheiro e a burguesia estava interessada na proteção que o poder podia oferecer na área do comércio. Houve também a leitura do texto do livro didático a partir da página 126 até a página 128, que gerou uma discussão sobre a filosofia de Thomas Hobbes, que afirma que “o homem é o lobo do homem”, frase que segundo ele significa que sem um líder com poder absoluto, a espécie humana tende a entrar em guerra por conta de interesses pessoais. Essa teoria favorecia os monarcas ao lado também do apoio da Igreja Católica (a principal força influente da época), que por sua vez afirmava que os homens que eram postos no poder estavam naquela condição social por que eram escolhidos por Deus para governar. Observe que quando eu digo ‘governar’, quero dizer impor suas regras absolutamente enquanto discursavam que o seu interesse era o povo em geral. A relação entre essa posição que a Igreja tinha se relacionava com a teoria de Hobbes, quando se supõe que o governante absoluto que tinha uma Benção Divina não se renderia a tentações de usar a violência para motivos não necessários. Também aprendemos sobre a importância da etiqueta na hierarquia social, já que ela definia algo como o ‘Status Quo’, por exemplo, um indivíduo com uma posição alta na hierarquia social não senta no mesmo tipo de cadeira que outro indivíduo com uma posição também alta, porém não tão elevada quanto a do primeiro indivíduo.

  19. Aula do dia 31/08/12
    Nesta aula discutimos sobre a formação do estado-nação.
    ESPANHA: Tudo começou no século 11, na Península ibérica, com a expulsão dos árabes da região e os que resistiram ficaram morando no norte da Península e se organizaram para expulsar o inimigo. Após vencer eles formaram 4 reinos, Leão, Navarra, Castela e Aragão. Os reinos começaram a se juntar quando houve um casamento entre um casal de reinos diferentes formando um Estado.
    PORTUGAL: Portugal começou uma centralização do poder e formou o Condado Portucalense e que em 1139 se tornou independente. Seu governo foi formado pela dinastia Borgonha que era um grupo de comerciantes que fazia a rota do comercial do Mediterrâneo, então eles continuaram a Reconquista cristã fazendo Portugal parecido com hoje.
    Após a Borgonha ocorreu uma guerra chamada de Revolução de Avis. No século 14 um grupo de mercadores portugueses se fortaleceram após fazer uma rota que ia até a Itália e até Flandres, então esse grupo apoiou a ascensão do Mestre Avis que foi o D. João I e consolidou sua nobreza após ter vencido Castela. Após a guerra, Portugal se tornou um Estado livre sob o reino de D. João I.
    FRANÇA: Começou no século 8 quanto Hugo Capeto subiu ao trono substituindo Carlos Magno. Em 1215 a 1314, Filipe IV foi coroado rei da França e ele reuniu representantes de vários grupos e regiões do reino, sendo conhecida como Estados gerais. A França ganhou a Guerra dos Cem Anos, expulsando os ingleses do território francês e se fortalecendo apoiada pelos comerciantes. Então em 1515 a França tinha caráter de um Estado nacional com o poder do rei Francisco I

  20. Nota de aula do dia 31/08/2012:
    Com a queda do feudalismo surgiu um novo sistema, o capitalismo que é um sistema socioeconômico baseado na legitimidade dos bens privados e na irrestrita liberdade de comércio e indústria, com o principal objetivo de adquirir lucro. Vale lembrar que o capitalismo é um sistema em que há a exploração do homem pelo homem, isso acontece da seguinte maneira: O dono dos meios de produção que é o capitalista dá trabalho aos mais pobres, os trabalhadores, que possuem a força de trabalho, e a exploração vem aí, o trabalhador não recebe o que deveria receber proporcionalmente com relação ao seu trabalho, fica com a menor parte enquanto que o capitalista fica com a maior, o que é chamado de excedente; de lucro.

  21. Dia 03/09
    O capitalismo teve suas origens na passagem da Idade Média para a Idade Moderna e assim foi ocupando o lugar do feudalismo. Isso porque o feudalismo começou a entrar em crise, por esses motivos: A ocorrência da peste negra e pela escassa oferta de alimentos no mercado. Mas houve outros fatores que provocaram o crescimento do comércio, os senhores feudais passaram a ter mais acesso as mercadorias de luxos vindas do Oriente e para comprá-las era preciso de dinheiro, então, o pagamento de obrigações e taxas passou a ser feito apenas em dinheiro.

    Capitalismo: Sistema econômico e social predominante nos países industrializados, é a atividade comercial que teve seu início na formação dos grandes núcleos urbanos da Europa.

    MD+MQ+CE+FT+MP+LUCRO = $

    Força de trabalho: Capitalistas conseguem lucro em cima de lucro.

  22. Nota de Aula do dia 03/09 8B

    Na aula do dia 03/09, discutimos sobre o capitalismo e concluimos que para que o capitalista lucre com o trabalho dos trabalhadores, ele paga menos do que deveria ao trabalhador.
    EX: Se ele trabalha 8 horas por dia e tem que trabalhar mais 3 horas, essas horas extras não serão pagas a ele.
    Para chegar ao valor total do trabalhador, o capitalista faz a seguinte expressão:
    Matéria-Prima+ Custo na manutenção das máquinas+Custo de energia+força de trabalho+impostos+lucro= Salário.

    Vimos também que uma das caracteristicas principais do capitalismo é de tornar obsoleta determinada mercadoria, ou seja, você tem um produto novo e em determinado periodo, esse produto precisa de alguma manutenção e não tem mais onde conserte esse produto, assim, ele não supri mais suas necessidades, pelo simples motivo que esse produto está ultrapassado.
    Obsolescência Programada: É quando se descarta um produto para comprar outro mais elaborado.O produto já vem com tempo de uso restrito.
    Mais-Valia: É o lucro que o capitalista tem em cima do dinheiro extra da força de trabalho do trabalhador que não foi pago.

  23. No começo da aula foi realizada a correção do resumo solicitado : (98 á101), que se referia as cidades, mercadores, burgueses, captalismo e sobre a transformação da terra em mercadoria.

    O professor solicitou para alguns alunos falarem seu resumo para a classe, e apartir do que o aluno falava gerava uma discurssão sobre o assunto. O primerio assunto foi sobre o comércio (localização, técnicas e etc)

    O professor tambem criou um esquema no quadro sobre os burgueses através de uma pirâmede:

    CLERO
    NOBREZA
    CAMPONESES E SERVOS
    BURGUESES
    (sociedade medieval estamental)

    e depois os burgueses vão ganhando lentamente poder político.

    “A forma que a sociedade se organiza em relação ao modo de produção determina a relação social dela ´´.

  24. Na aula do dia 24 de história discutimos sobre oque era pertencer a uma nacionalidade. Vimos como nasceu o estado moderno.
    Falamos sobre nosso país, a visão que temos dele, a imagem estrangeira do nosso local que algumas imagens são até preconceituosas.
    Falamos sobre o estado europeu, que quem governava era um rei ou um principe, não se tinha uma idéia de povo e sim uma relação comunitária, não tinham uma fixa nacionalidade

  25. na aula do dia 24 de história, Nos fizemos um debate abordando o capitalismo.
    Debatemos sobre a evolução do capitalismo e o processo de industrialização.Houve muita movimentação e modificação no mercado capitalista global, ele tinha o livre comércio como base. aconteceram várias fusões e as multinacionais acabaram se tornando o “grande poder” no comércio mundial !

  26. Nota de Aula do dia 13/08
    Nessa aula surgiu um grande debate sobre a questão de como o feudalismo, um sistema econômico que parecia que não iria acabar, teve uma grande crise envolvendo esses três fatos:
    – A peste negra
    – O uso de moeda no comércio
    – E as terras como mercadoria
    Também discutimos sobre os primeiros burgueses, que surgiram quando houve uma grande elevação no comércio e eram chamados de mercadores porque comercializavam produtos orientais pagos em dinheiro. Alguns deles emprestavam dinheiro tornando-se banqueiros, emprestando dinheiro e ganhando com juros. Isso era mal visto pela Igreja.

  27. No dia 17/08/12, realizamos uma ótima discursão sobre o capitalismo, falando sobre seu surgimento, sua finalidade, características, etc. Foi algo muito produtivo que interessou a todos os presentes na aula.
    Ao longo do tempo, a sociedade adotou e se adaptou a diferentes sistemas. Segundo Karl Marx cada sistema econômico criado constrói uma nova sociedade.
    Hoje temos como base o capitalismo que começou a se desenvolver com a crise do feudalismo. Atualmente, ele é visto como um sistema econômico e social que tem como finalidade acumular capital, conseguindo isso através da exploração do trabalhador pelo capitalista.
    O surgimento do capitalismo veio quando as pessoas perceberam que a terra passou a ter um grande valor, assim, com o intuito de ganhar dinheiro, os proprietários mais ricos expulsavam os pequenos proprietários de suas terras, de onde tiravam seu sustento. Sendo obrigados a saírem, mudaram-se para a cidade, tendo que vender sua força de trabalho por um preço muito baixo, para sustentar suas famílias.
    A partir daí, o capitalismo acha formas de se renovar, buscando sempre acumular mais capital, assim, sempre realiza novos investimentos, aumentando a produção e a deixando mais rápida. Dessa forma o lucro para o capitalista aumenta.

  28. Nota de aula dia 30/04- 8B

    Na aula de hoje nós fizemos uma interessante atividade de revisão sobre o capítulo que estamos estudando- Terra e propriedade na Roma Antiga. Nessa atividade, a turma se dividiu em grupos de quatro, e cada grupo fez 15 questionamentos sobre o conteúdo estudado. Os questionamentos foram divididos entre cinco temas: a origem de Roma, a Roma Antiga, propriedade de terra em Roma,a sociedade romana e as lutas pela reforma agrária em Roma.

    Concluídos os questionamentos, cada grupo trocou sua lista de perguntas com outro grupo, e em seguida o respondeu.Essa atividade foi bastante esclarecedora , pois marcamos o que já estamos bem e vimos o que precisamos melhorar.

    Para casa, nos encarregamos de encontrar mais fontes bibliográficas para o trabalho em grupo.

    Estamos gostando muito de estudar a Roma Antiga!

  29. Nota de aula dia 23/04- 8B
    Na aula do dia 23, nos centramos na divisão dos grupos para o trabalho da segunda etapa. O trabalho consiste em cada grupo fazer uma vídeo-aula sobre o tema que ficou encarregado ( os vídeos serão disponibilizados aqui no Coruja Sapiens!). O trabalho é sobre a Roma Antiga, e tem como objetivo enriquecer nossos conhecimentos sobre as antigas civilizações e assim entender cada vez mais o contexto histórico do mundo ocidental.

    É muito interessante nossa aprendizagem em história no colégio Sapiens, pois vai desde o estudo das civilizações mais antigas até temas polêmicas da atualidade, como o novo código florestal, que vimos anteriormente.

    Segue a lista dos grupos e temas do nosso trabalho:
    1- Artes plásticas e arquitetura = Matheus, João Gabriel, Pedro Leite e Raphael
    2- Guerra, armas e política (poder)= Samuel, Rommel, Lucas e Leonardo
    3- Economia, trabalho e entretenimento= Helena, Selene, Raquel, Camila e Larissa
    4- Vida cotidiana e religião= Isaac, Daniel, Sofia, Isabela
    5- Família, amor e casamento= Antônio, Carol, Giovanna, Luíza
    6- Ciência, Medicina e Técnica= Sabrina, Fernanda, Iana, Bárbara e Luca Helal

    A atividade passada para casa foi iniciar pesquisas sobre o tema do trabalho e fazer uma linha do tempo da história da Roma Antiga (disponível nas páginas 40 a 53 do nosso livro didático).

  30. Ian Muniz – 8a -A
    O Novo Código Florestal que está preste a ser aprovado no Congresso só vem beneficiar os grandes latifundiários do Brasil, trazendo o perdão para os desmatadores, redução das areas de preservação ambiental, fim da reserva legal para pequenos proprietários, enfim uma verdadeira vergonha para os ambientalistas e todo povo brasileiro.

  31. Aula do dia 16/04 8b

    Na última aula, voltamos nossa atenção para um assunto atual e polêmico: o novo código florestal brasileiro. Vimos um esclarecedor vídeo (que a propósito está disponível aqui no coruja sapiens) sobre esse código que está em análise no congresso nacional em substituição ao atual código.

    O novo código propõe a redução das APPs ( áreas de proteção permanente) nas margens dos rios, o fim da reserva legal para pequenas propriedades e redução da porcentagem da reserva legal na Amazônia e anistia, isto é, perdão, para aqueles que praticaram desmatamento até junho de 2008. Por essas e outras questões, o novo código florestal vem dividindo opiniões e provocando polêmicas. O que você pensa sobre isso?

    A atividade passada para casa foi fazer um resumo sobre o vídeo assistido e postar um comentário sobre o tema aqui no blog.

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