História

Notas de aula na seção de comentarios.

44 comentários sobre “História

  1. No dia 9 de outubro de 2013, durante a aula de História, discutimos sobre a origem do socialismo, a contradição ao liberalismo.
    Vimos que tudo coemçou em julho de 1830 em algumas cidades europeias, quando operários resolveram se manifestar contra a monarquia de
    Carlos X. Esses manifestantes eram a favor do liberalismo, que tinha como ideias básicas a liberdade, como um direito de todos e o individualismo. Contudo, alguns pensadores como Robert Owen, Charles Fourier e Saint-Simon começaram a criticar o sistema liberal, foram eles os fundamentadores do socialismo. Para eles a propriedade deveria ser socializada e que deviam haver cooperativas de trabalho. Os mesmos socialistas criticavam o individualismo proposto pelo liberalismo, pois assim haveriam injustiças sociais. Além disso, diferente de dois pensadores alemães, Karl Marx e Friedrich Engels, eles não eram contra à propriedade privada. Vimos também que durante o século XIX, a exploração ao trabalhador por conta da Revolução Industrial, começou a se intensificar, e os operários começaram a buscar por melhores condições de vida.
    Marx e Engels foram provavelmente os maiores pensadores da Idade Contemporânea. Eles criticaram o modelo de sociedade imposta pela burguesia. Segundo eles, a sociedade capitalista se dividia em classes: os burgueses, donos dos meios de produção e os operários, aqueles que vendiam sua dorça de trabalho em troca de um salário. Haveria assim, uma luta de classes. Para eles não deveria haver a propriedade privada, não haveria empresas privatizadas e os trabalhadores não seriam mais explorados. Tudo seria do Estado que faria da propriedade ser bem distribuída para todos da população, toda riqueza seria bem redistribuída. Depois que todas as desigualdades fossem superadas pela sociedade, Marx e Engels acreditavam que a população chegaria ao comunismo. Não haveria mais Estado.
    Durante o século XX, várias revoluções ocorreram relacionadas ao socialismo. As mais importantes foram a Revolução Russa, a Revolução Chinesa e a Revolução Cubana. Durante os anos de 1917 até 1922, correu a Revolução Russa, na qual foi liderada por Lênin e Trótski socialistas que eram contra os czares, aqueles que comandavam a Rússia na época. Eles mobilizaram os operários para uma revolução até a chegada de Lênin ao poder. Essa revolução gerou uma sangrenta guerra civil porque outros países liberais apoiavam os czares e queriam eles de volta no poder. A Rússia resistiu à essa guerra e depois se tornou socialista, formando com outras nações a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Eles queriam uma Reforma Agrária e a estatização das empresas. Na China, Mao Tse-tung revolucionou a sociedade chinesa implementando o socialismo em 1949, querendo a Reforma Agrária e a nacionalização das empresas. Em Cuba, durante 1959 e 1960, Fidel Castro e Che Guevara juntos lideraram a Revolução Cubana querendo instituir o socialismo e por fim no plano ditatorial que havia em Cuba. Eles queriam a Reforma Agrária e a nacionalização das empresas cubanas.
    Apesar de todos benefícios que o socialismo traz para a sociedade, a maneira como ele foi imposto foi um fracasso, foi um completo plano ditatorial em todos os países que passou, sem excessão.

  2. Na aula passada nós discutimos as várias partes da Revolução Francesa e do período pós-revolucionário, quando essa revolução se iniciou a França enfrentou muitas dificuldades para poder lidar com o povo e ter um controle sobre sua população. Quando essa revolução ficou mais sangrenta muitas pessoas eram torturadas e mortas ou então ficavam presas na Bastilha que era uma prisão considerada o simbolo do poder da monarquia, e quando esse povo começou a agir conseguiram acabar com essa prisão e assim a monarquia não era mais tão influente. Nessa mesma época surgiram vários homens com ideias diferentes sobre essa revolução e querendo muda-la e assim ter uma liderança sobre o povo. Com o passar dos anos a monarquia foi caindo cada vez mais e o povo foi se revoltando com o preço dos alimentos e das coisas que precisavam.Depois desse debate nosso Professor Marcelo escolheu alguns alunos para questioná-los sobre alguns pontos da Revolução Francesa.

  3. Raphael e Daniel
    O banco mundial não teve muita participação nas discursões de historia porquê:
    1)muitas das organizações era nossas aliadas
    2)com tantos comentários foi difícil formular novos os aliados disseram tudo
    3)as outras instituições utilizaram muito tempo da aula sobrando pouco para nos.
    4)as poucas instituições inimigas não nos atacaram.
    Portanto não participamos muito por culpas das condições impostas e das outras instituições

  4. Durante várias aulas no decorrer do bimestre, nos organizamos em prol de fazermos uma assembleia que discutisse sobre as principais instituições do mundo, sendo elas:

    -Organização das Nações Unidas;
    -Fundo Monetário Internacional;
    -Organização Mundial do Comércio;
    -Banco Mundial;
    -Greenpeace;
    -Fórum Econômico Mundial;
    -Fórum Social Mundial;
    -Anistia Internacional;

    A turma se dividiu ficando duplas responsáveis por cada instituição, de contar a história delas, de defendê-las e etc. Outros 10 alunos tiveram que pesquisar sobre todas essas instituições, a fim de cobrá-las alguma resolução ou atitude para determinados problemas, e para fazer perguntas ou críticas.
    Foi realmente muito animador ver todos os alunos da sala participando e debatendo educadamente sobre assuntos tão necessários de serem colocados em pauta na nossa atualidade. A ONU ( ORGANIZAÇÃO DAS UNIDAS ) foi uma das mais cobradas e criticadas pelos repórteres, nessa lista também integram o FMI( FUNDO MONETÁRIO INTERNACIONAL ) e a OMC ( ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO COMÉRCIO ). Citarei agora uma pergunta realizada por mim ao FMI:
    “Eric Toussant, em seu livro ” A Bolsa ou a Vida, na página 212 afirma que o primeiro objetivo dos Estados Unidos da América em criar o FMI estava concentrado em pôr de pé um sistema que garantisse a estabilidade financeira do pós-guerra. Em segundo lugar, procurava um clima favorável para os seus investidores nas economias estrangeiras e, finalmente, o livre acesso a matérias-primas, acesso anteriormente bloqueado pelos impérios colonias europeus. Dessa forma, a organização estaria servindo para beneficiar apenas um único país, algo inaceitável . Esse livro é datado do ano de 2001, entretanto, hoje em dia, outros estudiosos mostram que a organização serve apenas para os interesses dos Estados Unidos e do continente europeu, dando apenas algumas ajudas ou doações a outros países. O que a organização tem a dizer sobre isso? NOTA: Vale lembrar que as DOAÇÕES são cobradas com altíssimos juros, então isso são na verdade empréstimos.”

    Outra pergunta de minha autoria que me recordo foi para o Fórum Econômico Mundial ou FEM:
    ” Sabemos, que no início do século o fórum econômico mundial recebeu diversas críticas com relação às suas medidas e atitudes, hoje em dia nota-se uma série de mudanças com relação à isso, o que o fórum acredita que tenha sido feito para que se haja essa mudança de imagem?”

  5. Estão havendo discussões na assembléia planetária em torno de tópicos como a atitude das organizações em relação a assuntos como a sustentabilidade e o desenvolvimento. Pelo que se pode observar, algumas equipes estão muito bem preparadas com argumentos para defesa, como a ONU e o Fundo Monetário, e outras, nem tanto assim para defenderem-se contra os repórteres, os quais muitos apresentam questionamentos extremamente bem elaborados.
    A assembléia começou com a apresentação das organizações e seu posicionamento em relação às questões a serem debatidas, passou para a sabatina dos repórteres e está em processo do questionamento entre as próprias instituições.

  6. Na aula passada de história nós, alunos do 9A, fizemos uma assembléia sobre diversas instituições, eram elas: ONU, FEM, FSM, FMI, Anistia internacional, Banco Mundial, Greenpeace e OMC. O professor Marcelo dividiu para cada instituição uma dupla e os que sobraram foram os repórteres que eram responsáveis por fazer perguntas para as instituições. Cada equipe primeiramente apresentou sua instituição, falando suas idéias, seus encontros, seus concorrentes e suas parcerias.
    Após todos os repórteres fizerem argumentos criticando as instituições, as próprias instituições argumentaram entre elas mesmo causando uma enorme rivalidade e uma gigante fonte de informações de cada instituição.

  7. Dia 17 de abril, terminaram as discussões em torno da Assembléia Planetária onde estavam reunidos representantes das seguintes instituições:
    Organização das Nações Unidas;
    Fundo Monetário Internacional;
    Organização Mundial do Comércio;
    Banco Mundial;
    Greenpeace;
    Fórum Econômico Mundial;
    Fórum Social Mundial;
    Anistia Internacional.
    Haviam também, repórteres que apontavam, para as instituições, críticas e situações negativas ocorridas dentro delas que poderiam contradizer seu objetivo principal.
    Após a introdução de cada instituição e o questionamento dos repórteres, as instituições criticavam-se entre si.
    O Greenpeace fez bons argumentos de defesa mas, por falta de tempo, não pode apontar várias situações indesejadas das demais instituições.

  8. Nos do grupo 9° ano A fizemos uma assembleia planetária, na qual nos separamos em dois grupos, os jornalistas e os representantes das organizações ONU, FMI, FSM, FEM, OMC, BIRD, ANISTIA e GREENPEACE. Primeiro as organizações, que eram duas pessoas, se apresentaram e explicaram qual era seus objetivo de acordo com os direitos humanos e desenvolvimento econômico. Após essas explicações os jornalistas começaram a fazer questionamentos para essas organizações a respeito do tema debatido; a ONU respondeu muito bem essas perguntas, mas se equivocou em algumas, o FMI respondeu bem e com clareza, o FEM não apresentou argumentos muito bons para responder as perguntas, a OMC não respondeu com clareza algumas perguntas, mas outras conseguiu responder, o BIRD respondeu bem as perguntas, a ANISTIA argumentou bem e respondeu muito bem suas perguntas, o GREENPEACE apresentou muitos argumentos bons e respondeu bem as perguntas.
    Depois ocorreu um enfrentamento entre as organizações onde um explorava os “podres” do outro.
    Achei a minha participação boa, pois fiz perguntas e argumentei junto com os meus colegas jornalistas.

  9. entre os dias 06 e 13 de março fizemos uma assembléia envolvendo os seguintes assuntos: Organização das Nações unidas(ONU),FMI;BANCO MUNDIAL;GREENPAECE;FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL;ANISTIA INTERNACIONAL; EU FIQUEI COMO REPÓRTER DOS ASSUNTOS DA ONU E DO FMI;DA ONU FORAM MUITAS GUERRAS INCLUSIVE A DO IRAQUE E DO FMI EMPRESTANDO DINHEIRO PARA OS PAÍSES POBRES, EU NÃO CONCORDO COM AS EXIGÊNCIAS DO FMI,QUE CASTIGA MUITO A POPULAÇÃO POBRE DOS PAÍSES EM QUE ELE EMPRESTA O DINHEIRO.

  10. Entre os dias 06 de março a 13 de março, fizemos uma assembleia global envolvendo os seguintes assuntos:ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS;FMI;BANCO MUNDIAL;FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL E ANISTIA INTERNACIONAL. EU FIQUEI COMO REPÓRTER NO ASSUNTO DA ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS(ONU) E DO FMI ; NA ONU HOUVE MUITAS GUERRAS DE PAÍSES QUE PERTENCIAM A ONU,COMO A GUERRA DO IRAQUE; O FMI É UM BANCO QUE EMPRESTA DINHEIRO PARA OS PAÍSES POBRES OU QUE ESTÃO ATRAVESSANDO UMA SITUAÇÃO FINANCEIRA DIFÍCIL.EU NÃO CONCORDO COM AS PRáTICAS DO FMI,QUE CASTIGA MUITO A POPULAÇÃO DOS PAÍSES EM QUE ELE EMPRESTA O DINHEIRO.

  11. As idéias dos pensadores iluministas ingleses encontraram grande aceitação na França do século XVIII, onde atingiram seu auge. Investigando problemas políticos, religiosos e culturais, os franceses procuraram idealizar uma sociedade na qual houvesse liberdade e justiça social.
    Dos franceses, Voltaire (1694-1770) foi o maior dos filósofos iluministas e um dos maiores críticos do Antigo Regime e da Igreja.

  12. Nos dias 6 e 13 de Março de 2013, começamos a trabalhar para fazermos uma assembleia global envolvendo grandes organizações do mundo, são elas:
    Organização das Nações Unidas;
    Fundo Monetário Internacional;
    Organização Mundial do Comércio;
    Banco Mundial;
    Greenpeace;
    Fórum Econômico Mundial;
    Fórum Social Mundial;
    Anistia Internacional
    Cada uma das organizações acima foi escolhida por dois alunos, e outros ficaram responsáveis para serem “repórteres” que pesquisariam sobre todas, para fazer críticas ou perguntas. No dia 06 de Março, decidimos o papel de cada um, e iniciamos nossas pesquisas em sala de aula, como os assuntos são muito complexos, finalizamos as pesquisas, perguntas, etc em casa.
    No dia 13 de Março iniciamos a assembleia, e a ONU(Organização das Nações Unidas) e FMI(Fundo Monetário Internacional) fizeram falas introdutórias, e no dia 20 de Março, a expectativa é grande por parte de todos, para que possamos continuar essa interessantes atividade. Vale ressaltar que no dia 13 também discutimos sobre a Revolução Francesa, introduzida por um documentário do canal de Televisão History Channel.

  13. No dia 13/03, realizamos uma parte de um debate que envolveu várias duplas, cada dupla rpresentava uma instituição mundial (ONU, FMI, FEM, FSM etc) e mais uma série de outros alunos que, em vez de representarem as organizações, representavam repórteres que iriam fazer perguntas para as duplas, sejam elas perguntas questionando a capacidade da organização, ou sejam elas questionando algum feito. Nessa aula, apenas dois grupos fizeram essa introdução, foram eles a ONU e o FMI. A ONU começou explicando sua história, que surgiu em 1945 com o objetivo de paz, foi para o Brasil em 1948, promovendo a melhoria da vida de populações carentes etc. Também falou sobre um de seus objetivos primários, que são os direitos humanos. Os direitos humanos são direitos inerentes a todos os seres humanos, independentemente de raça, sexo, religião, idioma etc. Falou também da ONU e sua luta contra a extrema pobreza, contra a fome dentre outros. Já o FMI falou um pouco de sua história, com seu surgimento em 1929 após a quebra da bolsa de valores de Nova Iorque, e seu objetivo que é zelar pela estabilidade do sistema monetário internacional.
    Também discutimos (após o debate) um pouco sobre a revolução francesa, que ocorreu entre 1789 e 1799, mais especificamente, discutim0s e vimos um pouco do documentário sobre a revolução francesa: https://corujasapiens.wordpress.com/2013/03/05/a-revolucao-francesa-documentario/. Discutimos sobre Robespierre, um advogado com IMENSA capacidade intelectual, este foi um dos líderes dessa revolução que mudou não só a França, mas o mundo. Muitos até dizem que a revolução francesa teve dois lados, o lado intelectual, onde no topo estava Robespierre, e um lado das massas, liderado por Danton. Muitos também afirmam que a “revolução devora os próprios filhos” já que os dois principais componentes dessa revolução (Danton e Robespierre) foram mortos após essa guerra.

  14. na Nossa ultima aula falamos sobre :
    Que na Idade Media a burguesia apoiou a centralização do poder , pois a falta de poder centralizador estava prejudicando o comércio , e essa centralização do poder provocou o surgimento do regime Absolutista que foi o poder centralizado sob a aprovação da igreja. A Revolução Francesa deu inicio ao Estado-Nação moderno e depois disso as pessoas passaram a ter uma certa cultura nacional por que antes disso somente a religião agregava, eles não tinham sentimento nacionalista .
    É como voce sair por ai dizendo que é Paulista mais ter morado lá só quando tinha um ano de idade e logo depois ter vindo pra Fortaleza voce não vai ter nenhum sentimento de vículo maior por São Paulo e já que esse sentimento não nasce na gente do nada , nós somos educados culturalmente pra sentir esse sentimento

  15. Na ultima aula nós discutimos sobre as organizações mundiais, como principal seus objetivos como por exemplo: o objetivo da organização das nações unidas ( ONU ) seria conseguir a paz mundial, mas o que é interessante nesse fato é que exige o esforço dos representantes para as opiniões ocuparem espaço e também deve valorizar a opinião dos outros representantes, pois se um não concordar, a ideia é rejeitada, Vários países tem um interesse diferente quando quer se juntar a ONU, em vez de ajudar a conseguir a paz mundial, o representante só quer, vamos dizer, uma forma de popularidade se você me entende. O Fórum Econômico Mundial ( FEM ) mudou de foco, apesar de ainda ser principalmente sobre economia, obviamente, agora inclui o assunto sobre o meio ambiente, pois agora está mais fácil preservar o meio ambiente, principalmente com os produtos recicláveis e os feitos com restos de outros produtos. O fórum econômico mundial ( FEM ) é controlado pelo G8, que são os 7 países mais avançados da terra e a Rússia ( eu não sei porque a Rússia não é considerada avançada pra eles, mesmo tento uma das melhores estruturas militares e bélicas do mundo ).

  16. Nota de Aula do dia 06 de Fevereiro de 2013:
    Globalização é a interdependência de todos os povos e países do nosso planeta. Portanto, define-se globalização como o termo utilizado para o processo de transformações econômicas e políticas que vêm acontecendo nas últimas décadas. A principal característica é a integração dos mercados mundiais com a exploração de grandes empresas multinacionais. Junta-se a isso a grande revolução tecnológica com o uso cada vez maior de telefones, computadores e televisão e a uniformidade das informações com o surgimento e explosão da Internet e dos canais de televisão por assinatura. Com isso os países passam a interagir não só na economia e na política, como também na cultura.Disso já sabemos, e já havíamos estudado em aulas anteriores. Mas acontece que muitas vezes, vemos e pensamos nisso, apenas pelo seus lados positivos, e esquecemos que ela deixa muita pessoas na extrema situação de miséria. Essas pessoas, são como se fossem invisíveis para nós, pois passamos pelas ruas em nossos carros, damos um trocado “ali outro aculá” e achamos que estamos realmente fazendo uma melhoras significativa pela nossa sociedade. Claro, pequenos atos são de extrema importância para a construção de um mundo melhor, entretanto dá 1 ou reais para um mendigo não irá ser suficiente para que ele possa sobreviver, ou comprar um prato de comida, o que nos custa, dar-lhes realmente a comida, o que nos custa nos preocuparmos, quantas vezes essas pessoas se alimentaram nos últimos dias, se higienizaram nos últimos dias? A nossa sociedade, que já alcançou tão altos avanços tecnológicos não pode permanecer assim, é necessário que hajam mudanças, e que sejam para melhor. As pessoas não podem passar fome enquanto estragamos pratos de comida. Dados recentes, apontam que metade de toda a comida produzida no mundo é jogada fora, por enquanto que há milhões e milhões de pessoas vivendo em extrema miséria e morrendo de fome. Muitas vezes, nos revoltamos pelos assaltos, e não entendemos o motivo daquele roubo/furto, acontece, que muitas pessoas ao se verem diante da situação de miséria, se convencem que não há outra alternativa, a não ser esse tipo de prática, e acabam até mesmo caindo no mundo das drogas, que é praticamente um caminho sem volta, se a pessoa não tiver o acompanhamento médico-psiquiátrico adequado. Duas das cidades com maior desigualdade social do mundo estão no nosso país, são elas Goiânia e a nossa Fortaleza, o que mostra e explica outros dados, que nos apontam como uma das cidades mais violentas do Brasil, a explicação é simples e fácil de se entender, a desigualdade social provocada por diversos motivos, dentre eles a globalização que marginaliza parcela da sociedade.

  17. Nota de Aula 01/02/2013
    Nessa aula discutimos o início da globalização que começou entre a Idade Média e a Idade Moderna. Também vimos que houve duas globalizações. Na primeira houve o colonialismo europeu. Já na segunda houve a fragmentação do território. Discutimos que as multinacionais ditam a pauta da economia global.
    Durante o vídeo passado na sala de aula vimos há 3 mundos.
    1: O mundo iludido pela mídia
    2: O verdadeiro mundo globalizado
    3: Uma possível nova globalização

  18. – Com o intenso processo do capitalismo e da revolução industrial, surgiu o neocolonialismo, que é, basicamente, a volta da exploração dos países mais desenvolvidos europeios às suas antigas colônias. Assim, surgiram várias consequências nestas colônias, que foram mais uma vez exploradas. Surgiu assim, o imperialismo, movimento que consistia na busca de matérias primas em colônias.
    – A escola reproduz na sua educação a doutrina dominante. Se um país tiver como sua ordem política o nazismo, as escolas construirão cidadões com conhecimentos e filosofias nazistas, de maneira a defender este sistema. Assim, podemos dizer que a escola é mais uma instituição controlada pela “elite social”.
    – A Belle Époque (Bela Época, em francês) foi um período de manifestação artística de grande importância, pois representava as ideias e ideais do povo. Foi um período de ideais remetentes ao romantismo.

  19. Por volta do século XIX no Brasil as industrias estavam mais concentradas no Rio de Janeiro e em São
    Paulo, sendo responsáveis por grande parte da produção nacional.

    Mas as condições de trabalho eram precárias, a maioria dos operários trabalhavam seis dias na semana, tendo uma jornada de 16 horam de trabalho em média. Não existia previdência social nem aposentadoria, não era pago indenizações pelas demissões. Muitas vezes os operários era agredidos fisicamente como forma de castigo e as mulheres muitas vezes era assediadas sexualmente por seus chefes.

    Com grande fluxo de trabalhadores no século XX, os salários diminuíram e o desemprego era algo cada vez mais comum.

    Os operários insatisfeitos com suas condições de trabalho, se organizaram em associações mutualistas ou de socorro mutuo, em ligas operárias, em sindicatos e partidos. Cada trabalhador contribuía com ma porcentagem de seu salario para forma uma reserva, em casos de necessidade.

    As ligas operarias tinham como função exigir melhores salários e melhores condições de trabalho, elas eram responsáveis pelas greves, como forma de pressão para que os trabalhadores fossem atendidos.

    Em 1917 houve a primeira manifestação no Brasil, em São Paulo, prejudicando o setor têxteis.
    No mesmo ano como forma de repressão da Força Pública, durante uma concentração de operários grevistas, um jovem anarquista foi morto, depois disso vários militantes anarcossindicalistas participaram da organização do Comitê de Defesa Proletária.

    Com o tempo o movimento começou a se espalha pelo interior de São Paulo e a radicalizar-se, os bairros operários de São Paulo transformaram-se em barricadas contra a policia, houve na época saques e depredações.

    No dia 15 de julho, os operários reunidos em assembleias aceitaram um acordo proposto.Mas como muitos patrões não estavam cumprindo com o acordo alguns operários continuaram com as manifestações. De 1917 a 1920, as greves foram constantes, mas com o tempo, o movimento perdeu força, até que em 1922, muitos desses militantes fundaram o Partido Comunista Brasileiro.

  20. Brasil: trabalhadores se organizam

    A maioria das indústrias do Brasil, no final do século XIX e inicio do XX, se encontravam no Rio de Janeiro e em São Paulo. Juntas eram responsáveis por quase 50% da produção industrial do país.
    As condições de trabalho na época eram muito precárias: a jornada de trabalho era de 16 horas por dia em media, a semana consistia em seis dias de trabalho. Não existiam indenizações, nem aposentadoria.
    O número de mulheres operárias era muito maior que o número de homens. Além de receberem salários menores, eram constantemente agredidas pelos superiores e até mesmo assedio sexual.
    No inicio do século XX, à medida que a mecanização era introduzida, crescia o numero de pessoas disposta a trabalhar. A consequência era menores salários e desemprego.
    Por causa desses problemas e dessa constante exploração, os trabalhadores começaram a formar associações mutualistas ou de socorro mutuo, em ligas operárias, em sindicatos e partidos. Cada trabalhador contribuía com parte do salario de forma que quando precisasse, pudesse utilizar.
    As ligas operárias tinham funções mais amplas que as associações e foram organizadas com o objetivo de exigir melhorias salarias e melhores condições de trabalho. Eram elas as responsáveis pelas organizações de greves como forma de pressão para que os trabalhadores fossem atendidos.
    Mas a grande força de resistência dos trabalhadores do inicio do século XX estava nos sindicatos. As lutas dos trabalhadores foram impulsionadas por operário imigrantes anarquistas, que coma sua experiência na Europa, expandiram os movimentos operários.
    A primeira grande manifestação ocorrida no Brasil iniciou-se em 1917, em São Paulo, com greves nas fabricas têxteis, que reclamavam aumento de 20% nos salários.
    No mesmo ano, houve uma forte repressão durante uma concentração de operários grevistas, que levou o assassinato de um jovem anarquista. O seu enterro transformou-se numa manifestação política. A partir daí, vários militantes anarcossindicalistas participaram da organização do Comitê de Defesa Proletária.
    O movimento se alastrou para varias cidade do interior paulista, contando também com a organização de sindicatos e partidos operários, que exigiam melhores condições de trabalho.
    O movimento passou a radicalizar-se: os bairros operários de São Paulo transformaram-se em barricadas contra a policia, houve na época saques e depredações.
    No dia 15 de julho, os operários reunidos em assembleias aceitaram um acordo proposto. No entanto, muitos patrões na cumpriram sua parte e a greve prosseguiu em alguns lugares. No mês seguinte havia cerca de 70 mil trabalhadores em greve em todo o país. De 1917 a 1920, as greves foram constantes, mas com o tempo, o movimento perdeu força, até que em 1922, muitos desses militantes fundaram o Partido Comunista Brasileiro.

  21. – Na época da industrialização brasileira os trabalhadores apresentavam péssimas condições de trabalho, com baixos salários, grande jornada, exploração infantil e ambientes precários.
    – Surgiram as associações de socorro mútuo, devido ao excedente de mão de obra. E também a liga operária que organizava greves em busca de melhores condições de trabalho para os trabalhadores, como aumento do salário.
    – A primeira ideologia a chegar junto aos operários foi a anarquista. Os anarquistas recusavam qualquer forma de organização política, buscavam a liberdade.
    – Os socialistas queriam uma representação política, já os anarquistas apresentavam uma completa reformulação da sociedade.
    – O grupo dos trabalhadores reivindicavam melhores condições de trabalho para os operários.

  22. Em 1917 a classe revolucionaria da Rússia deu início a um governo republicano comandado por Alexandre Kerensky, mas logo depois Lênin se tornou presidente. Esse governo nacionalizou os bancos e empresas e fez uma reforma agrária. Mas outros partidos internos eram contra suas ideologias o que deu início a uma intensa guerra civil.
    Esse governo revolucionário disseminou as ideologias socialistas para os países vizinhos e em 1922 nasceu a URSS ( União das Repúblicas Socialistas Soviéticas). Para defender o socialismo eles suprimiam a liberdade e assim garantiam a igualdade.
    Esse bloco também era conhecido como “cortina de ferro”. Mas com a queda do muro de Berlim em 1989 o socialismo afundou cada vez mais e em 1997 a União soviética se separou.
    O capitalismo tem como base a produção de mercadorias e é possível notar que no caso do capitalismo a propriedade privada irá trazer a desigualdade. Nesse mundo a sociedade se transforma na força da economia.
    Marx queria analisar as relações sociais implícitas envolvias na produção de mercadorias e caso a percepção dessas relações forem completas é possível ver um retrato da sociedade.
    A mais valia são horas a mais que o trabalhador realiza, mas não ganha nada em troca e o dinheiro dessas horas a mais vai para o comerciante em vez de ir para o trabalhador.

  23. Durante a última aula de história, o nono ano B aprofundou o seus conhecimentos sobre a Revolução Russa.
    Em 1917, na Rússia, após a deposição do governo imperial do czar Nicolau segundo, os revolucionários deram início a um governo republicano sob o comando de Kenersky.
    Entre as primeiras medidas adotadas pelos integrantes desse novo governo estavam a nacionalização de indústrias e bancos e a reforma agrária.
    O processo revolucionário russo expandiu-se para países vizinhos e, em 1922, formou-se a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).
    Porém, em 1991, os governos dos 15 Estados que compunham a União Soviética optaram pelo desmembramento
    A Revolução Russa, por incrível que pareça, foi muito importante no cenário mundial, pois disseminou as ideias socialistas.

  24. Na aula anterior primeiramente houve a leitura do texto “O nascimento da anarquia: a morte da propriedade” das páginas 168 e 169, onde vimos que em oposição aos princípios liberais, surgiram no século XIX os pensamentos socialista e anarquista. Isso se deve tanto ao avanço da industrialização e da exploração dos trabalhadores, dessa forma ambos tiveram forte ligação com o movimento operário europeu que ocorreu.

    Além disso, vimos que o anarquismo é uma crítica social e política e que ele prega uma liberdade incondicional, mas sendo essa liberdade para os anarquistas diferente da dos liberais. Também vimos que o anarquismo é contra as instituições religiosas, fabris e políticas, dessa forma ele está próximo do comunismo, pois nessa fase do socialismo não haveria mais a presença do Estado e que ele apoiava o auto governo, sendo egoísta nesse sentido.

    Finalizando, vimos que para o anarquismo ser implantado era necessário uma mudança principalmente no modelo de ensino, pois desde pequenas as crianças deveriam aprender sobre as idéias anarquistas e desenvolver o auto governo.

  25. Na ultima aula de História nós falamos sobre o capitalismo e o anarquismo. A partir do século 19 o capitalismo tinha uma forte relação co o crescimento econômico; os principais responsáveis por esse crescimento do capitalismo e econômico eram os trabalhadores, mas apesar deles terem uma grande importância as pessoas não davam o devido valor a eles. O anarquismo era o movimento mais radical da época e os anarquistas reivindicavam o Poder Libertário, esse movimento era visto pelos olhos da sociedade como desordem , mas eles só queriam a liberdade e os direitos iguais. O socialismo defendia coisas muito parecidas com o anarquismo, mas era contra ele pois achava muito radical e ele havia sido criado para combater exploração dos trabalhadores do sec. XIX; o socialismo era menos radical que o comunismo, mas o anarquismo era mais radical que os dois. Eles eram diferentes, pois de uma certa forma o socialismo queria o poder e o anarquismo só queria a liberdade, que era o maior desejo dos homens. O anarquismo não tinha lideres, mas tinham pessoas que eram muito respeitadas e assim se tornavam todos uma grande família, um pensando no outro.

  26. Na nossa aula de história tivemos que fazer uma resumo, e nele dizia:
    Para Marx e Engles, a sociedade capitalista dividia-se em classes: a dos burgueses e latifundiários que detinham posse dos meios de produção, e a dos camponeses e trabalhadores que doavam a sua força de trabalho, tendo assim uma luta de classe.
    Diante dessas disputas, os dois estudiosos propuseram a abolição das propriedades privadas e a socialização dos meios de produção, isso passou a ter posse do Estado.
    O que mudaria as regras socialistas seria os operários das fábricas. Organizados os operários fariam uma revolução socialista.
    Logo após todas as desigualdades sociais forem suprimidas e a riqueza produzida coletivamente garantisse condições dignas de vida, essa organização estaria no auge do socialismo, o comunismo.
    Marx e Engels acabaram morrendo e não puderam presenciar a primeira revolução realizada na Rússia.
    Logo após a queda do governo imperial de Czar Nicolau II, dando inicio a um governo republicano liderado por kerensky. Logo após os líderes Lênin e Trótsk ganharam força em várias áreas da sociedade russa.
    As primeiras medidas tomadas foram a nacionalização das indústrias e a reforma agrária. Vários países foram contra o regime russo, gerando uma guerra civil.
    Consolidando o progresso revolucionário, a Rússia se expandiu para países vizinhos, criando a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS).
    Em 1928, a economia soviética foi completamente socializada, com isso, outros países como os Estados Unidos tentaram combater influencias russas.
    Em 1991, os governos dos 15 estados que compunham a união soviéticas optaram pela separação, após 70 anos, iniciou-se o processo de abertura e adesão do regime capitalista, em 1994, mais da metade da união soviética já era capitalista.
    Em 1949, ocorreu a revolução chinesa. Na China, após anos de guerra civil, sob a liderança de Mao Tse-Tung, o Partido Comunista subiu ao poder e o líder revolucionário tornou-se presidente da agora república socialista. Promoveu-se a Reforma Agrária e distribuiu-se a riqueza. Assim, o país era socialista, todavia mantinha relações comerciais com o mundo capitalista.
    Em Cuba, após sua independência a ilha passou a depender dos EUA e o país era governado pelos ditadores apoiados pelo governo americano. Entretanto, organizou-se um movimento de caráter revolucionário contra a política, liderado por Che Guevara e Fidel Castro. As empresas foram nacionalizadas e o governo investiu no acesso a educação e saúde. Quando Cuba se uniu a União Soviética, os EUA implantaram um bloqueio comercial, o que trouxe dificuldades à ilha. Foi, então, obrigada a racionalizar alimentos, combustíveis e outros bens de consumo, pois não produzia tudo que necessitava.

    Logo após assistimos um vídeos sobre utopia socilaista, que mostrava:

    que onde existe propriedade privada dificilmente ira existir uma sociedade com justiça e igualdade. Mostrando que no novo estilo de sociedade criado por Marx e Engels em 1848 , ano de muitas revoluções na Europa, representa o projeto da tomada do poder do proletariados, deixando em tese que a luta de classes é o motor da história.
    A comuna de Paris proclamada em 1871, foi o primeiro governo proletário do mundo, mas ele só durou 3 meses terminada como um banho de sangue deixando mais de 50.000 mortos.
    Logo após, a revolução soviética liderada pela Rússia desmente as teorias de Marx, que acreditava que a revolução viria de um país desenvolvido, mas para contrariar, o socialismo veio de países subdesenvolvidos aglomerados.

  27. A utopia socialista dizia que onde existia a sociedade privada, se torna difícil debater publicamente em torno da igualdade. Em outras palavras, a propiedade privada gera exclusão. Jean-Jacques Rousseau dizia que a propiedade privada gerava classes sociais. Nesse contexto, a Revolução Russa representou a tomada do poder pelo proletariado. A primeira revolução de caráter socialista, na verdade, foi a Comuna de Paris. Apesar de durar apenas três meses, foi a primeira aparição das lutas pelas igualdades dos sexos e pela internacionalização, ou seja, a luta pela igualdade entre estrangeiros e nativos. A Revolução Russa, entretanto, foi a primeira que teve sucesso no início, e um posterior fracasso, resultado da intensa corrida armamentista contra os EUA que resultou na falta de bens de consumo e no fim da URSS. Essa revolução desmentiu Karl Marx, que dizia que a revolução socialista ocorreria em um país desenvolvido, o que não aconteceu, pois ocorreu em um conjunto de países pobres. Implantou-se, assim, a ditadura do proletariado, onde a igualdade era mais importante que a liberdade

  28. Antes dos filósofos Marx e Engels, as propostas socialistas já existiam, como a criação de uma sociedade igualitária. Entretanto, essas propostas não se consolidaram em um movimento.
    O século XIX foi marcado pelo desenvolvimento da industrialização, agora mais organizada e frequente e por uma série de protestos para que se limitassem os abusos contra os operários. Nesse contexto, surge o filósofo alemão Karl Marx. Para ele, a sociedade se dividia na classe dos propietários, latifundiários e burgueses contra a classe dos trabalhadores e camponeses. Haveria, assim, uma disputa entre as duas classes. Marx propunha a revolução do proletariado em forma de conseguir os meios de produção. Estes pertenceriam ao Estado, que representaria a população e faria a distribuição das riquezas e do poder político. Quando a riqueza estivesse toda distribuída e não existisse uma divisão de classes, estaria alcançado o outro estágio do socialismo: o comunismo. Nesse estágio, nem o Estado seria mais necessário. Essas ideias tomaram forma em movimentos socialistas na Russia, China e Cuba. Na Rússia, os defensores das ideias de Marx ganharam apoio político e tomaram o poder. Como primeira medida, houve a nacionalização dos bancos e indústrias e o confisco de terra para a realização da Reforma Agrária. O regime socialista foi mal visto pelos antigos imperadores (czares) e sucederam-se anos de guerra civil. Com a vitória dos defensores do socialismo, foi instalado o partido único (PCUS) e o Estado passou a governar com mão de ferro, desconsiderando as promessas que um dia os levaram a ganhar apoio político e subir ao poder. A Rússia, agora socialista, expandiu seus domínios e formou-se a URSS. Esta se expandiu para o leste europeu. E, alguns países sob a liderança dos EUA, tentaram combater a expansão do socialismo com ideias própias, capitalistas. O resultado foi muitas décadas (desde o fim da Segunda Guerra Mundial na década de 50 até o fim da URSS, na década de 90) de ameça de um confronto armado que poderia destruir a humanidade. Era a Guerra Fria.
    Na China, após anos de guerra civil, sob a liderança de Mao Tse-Tung, o Partido Comunista subiu ao poder e o líder revolucionário tornou-se presidente da agora república socialista. Promoveu-se a Reforma Agrária e distribuiu-se a riqueza. Assim, o país era socialista, todavia mantinha relações comerciais com o mundo capitalista.
    Na Cuba, a ilha passou a depender dos EUA e o país era governado pelos ditadores apoiados pelo governo americano. Entretanto, organizou-se um movimento de caráter revolucionário contra a política, liderado por Che Guevara e Fidel Castro. As empresas foram nacionalizadas e o governo investiu no acesso a educação e saúde. Quando Cuba se uniu a União Soviética, os EUA implantaram um bloqueio comercial, o que trouxe dificuldades à ilha. Foi, então, obrigada a racionalizar alimentos, combustíveis e outros bens de consumo, pois não produzia tudo que necessitava

  29. Nota de aula do dia 05/10/2012.

    A aula teve início com a apresentação do tema: “Os trabalhadores e suas reinvidicações”, retomando questões já vistas em aulas anteriores. Logo após, foi realizada a leitura e debate do conteúdo das páginas 160 e 161, onde vimos o nascimento de uma nova ideologia, denominada socialismo, que tem como seus principais pensadores, Karl Marx e Friedrich Engles. Além disso, vimos que Marx dizia que o modelo econômico praticado por uma sociedade direcionava a organização da mesma, também que ele dizia que o capitalismo era cheio de contradições, pois esse sistema defende a liberdade, mas esta não é uma liberdade no sentido pleno da palavra e ele também afirmava que a forma como o capitalismo funciona iria provocar sua própria destruição, já que os ricos ficam cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres, provocando o surgimento de reinvidicações por parte dessa classe mais pobre, onde está inserido os trabalhadores.

    Depois do recreio, de volta à sala de aula, houve uma apresentação feita por um professor que estava passando por um processo de seleção. Na aula, ele falou um pouco sobre os movimentos realizados pelos trabalhadores no Brasil, destacando as ideologias presentes, como o anarquismo e o socialismo e suas conquistas, como o CLT em 1943, durante o governo de Getúlio Vargas.

  30. No inicio do século XX, o sistema fabril sofisticou-se ao aplicar os chamados princípios de administração cientifica, os quais tinham o objetivo de racionalizar e controlar ao máximo o tempo de produção.
    O engenheiro Frederick Taylor estudou todos os passos da produção, os movimentos realizados por cada trabalhador com o objetivo de otimizar o tempo da produção e aumentar os lucros.
    Henry Ford utilizou do estudo e método criado por Taylor, o que consistia em cada trabalhador realizar uma pequena etapa da produção, em suas fabricas. Esse método fazia com que o trabalhador se especializasse e realizasse o trabalho mais rapidamente.
    George Mayo e Fritz Roethlisberger, entre 1924 e 1927, criaram os grupos de trabalho para aumentar a competitividade e aumentara produção.
    Outro teórico da administração do trabalho foi W. Deming. Este, criou o controle de qualidade dos produtos.

  31. O engenheiro americano Frederick Winsllow Taylor estudou minuciosamente todos os gestos que os operários faziam, contou o número de passos dados, estudou cada movimento feito, tudo com o intuito de otimizar o tempo de produção. Feito isso, Taylor pesquisou sobre o tempo gasto, por homem e por máquina, em cada tarefa feita e reformulou a divisão do trabalho (DIT): O operário agora em vez de fazer várias partes do trabalho, ficou encarregado de fazer apenas uma, e repetiria aquela tarefa várias vezes. Dessa forma, o método de Taylor ficou conhecido como Taylorismo. Esse método foi aplicado na industria automotiva de Henry Ford, em Detroit. Junto a este método foi introduzido a linha de montagem: Cada operário realizava sua função repetidas vezes, enquanto o veículo em montagem passava em uma esteira rolante.

  32. O dia a dia do trabalhador se tornou muito pesado após o surgimento das fábricas. Além disso, muitos acidentes aconteciam: pessoas se feriam com muita frequência e nenhuma assistência era dada a trabalhador. Em resposta a disso, e à falta de direitos e proteção, os trabalhadores criaram um protesto: eles invadiram as fábricas e sabotaram suas máquinas. Com isso, esperavam que o antigo sistema de trabalho retornasse e que suas reclamações fossem ouvidas. Essa revolta ficou conhecida como “Os Quebradores de Máquinas”.

  33. Na aula passada nós formamos, junto com o nosso professor Marcelo, uma gincana de perguntas sobre as páginas que foram lidas e estudadas no livro didático sobre a Revolução Industrial e também sobre os “Quebradores de Máquinas”; depois que nós recolhemos todas essas informações fizemos perguntas com respostas e formamos grupos para desafiar outros grupos em sala de aula.
    Quando começamos a elaborar essas perguntas nos foi possível criar associações com o que tínhamos lido e estudado ampliando nosso conhecimento sobre o tema. Depois que essa gincana chegou ao fim nós começamos a discutir sobre o que tínhamos aprendido; chegamos a conclusão de que os trabalhadores não eram tratados de boa maneira e que os seus direitos não foram reconhecidos na sociedade naquela época, e por essas razões se revoltaram contra os mais poderosos, tal insatisfação foi responsável por movimentos reivindicatórios por parte dos trabalhadores ao longo da história o que resultou em profundas mudanças no jeito de pensar de uma grande nação.

  34. Na aula de história do dia 30/08/12, nós começamos falando sobre a Revolução Industrial e depois a gente foi abrangendo para outros assuntos relacionados à Revolução.
    Com a Revolução Industrial, o capitalismo começou a ganhar forças e consequente disso, a produtividade e a renda dos capitalistas estava cada vez mais aumentando.
    Para que isso ocorresse, os donos das empresas começaram a aumentar a quantidade de hora trabalhada e isso acabou mexendo com os operários, pois eles estavam trabalhando mais e ganhando a mesma quantia que ganhavam antes e as suas condições de trabalho eram péssimas. E muitas vezes crianças também eram exploradas.
    Então, os operários se revoltaram com essa exploração e fizeram movimentos reivindicando por melhores condições de trabalho. E surgiu os “Quebradores de Máquinas”, que como já diz o nome, eles quebravam as máquinas para parar as produções e também porque as máquinas eram uma espécie de símbolo.
    Após a discussão sobre a Revolução Industrial, nós falamos sobre o surgimento das indústrias, que surgiram da certa forma:
    Os artesãos faziam todos os processos para produzir o seu produto em suas casas e tinham noção do preço do seu trabalho. Esse artesão foi levado para a fábrica por pressão, pois a fábrica começou a concorrer com os seus produtos e também, pois as melhores matérias primas eram direcionadas às fábricas.

  35. Nota de aula de história, 30/08/2012

    Método de aprendizado:
    * Leitura do capítulo 5, a partir do texto “Os quebradores de máquinas”.
    * Juntar em grupo para a gincana de perguntas sobre a revolução industrial e outras coisas.

    O que estudamos:
    * Os quebradores de máquinas, ou Ludditas, quebravam as máquinas têxteis que eram símbolo das indústrias para mostrar sua revolta e parar com a produção das indústrias.
    * Mais valia, aumento da renda e da produtividade.
    * Ao se trabalhar sozinho você tem a noção do valor do seu trabalho, já numa corporação você é alienado da parte em que você não trabalha assim você não tem a noção do valor do trabalho surgindo dessa forma a desigualdade de renda entre os operários.
    * Foucault dizia que o espaço e o tempo podem ser usados para controle dos corpos (operários).

  36. A principal razão para o surgimento das fábricas foi, basicamente, a vontade dos donos dos meios de produção de disciplinar seus operários. Antes do sistema fabril, cada operário era dono do seu espaço, de suas ferramentas e de seu produto. No entanto, depois do surgimento das fábricas, não só as etapas do trabalho se concentraram em um único ponto, mas a ideia de tempo e trabalho mudou: tempo passou a ser associado a dinheiro e trabalho passou a ser visto como algo positivo.
    O artesão era dono das etapas do trabalho, portanto, tinha a ideia de quanto valia seu esforço, logo, depois que esses trabalhadores foram levados para as fábricas, foi tirada a noção do valor de seu serviço, o que resultou em trabalho mal remunerado.
    Produção maior, custo menos e maior controle de tempo; foi o que o sistema fabril realmente trouxe.

  37. Notas de aula de História, do dia 09 de agosto de 2012

    -Começamos com discussões sobre o liberalismo, dentro dela, vimos um video chamado ”Filosofia da Liberdade”.

    -Depois, passamos para a França pós napolêonica, pois Napoleão foi um dos principais responsáveis pela disseminação do liberalismo, desta discussão, alguns pontos podem ser destacados: as relações entre o Liberalismo e o Iluminismo (os princípis do liberalismo são: ”Individualismo metodológico, o mérito como valor, a igualdade de oportunidades, e a primazia da liberdade de escolha”. Pode se observar muitos pontos em cumum com o Iluminismo, como as noções de liberdade e igualdade, porém, o Liberalismo é bem mais voltado para o comércio), os reis que passaram pelo trono no período pós napolêonico e o espaço geografico no período napolêonico.

    -Depois passamos nossa atenção para o Liberalismo no brasil, onde alguns pontos principais também podem ser destacados: as três tendências que disputavam o poder no Brasil de 1822 (a liberal, a conservadora e a republicana) e as ideias liberais presentes em alguns movimentos que ocorreram no Brasil (como a Conjuração Baiana, Insurreição Pernambucana e a Inconfidêcia Mineira).

  38. Nota de aula do dia 16/08/2012.

    Durante a primeira parte da aula, os alunos elaboraram uma nota de aula relacionada ao conteúdo das aulas do dia 09/08/2012 envolvendo a França pós-napoleônica e o período entre república e monarquia. Após isso, o professor Marcelo solicitou aos alunos que lessem um texto que retratava o liberalismo no Brasil.

    Dois dos movimentos que carregam marcas do liberalismo no Brasil são a Conjuração Baiana e a Insurreição Pernambucana. No passado, as três tendências que disputavam o poder político brasileiro eram a liberal (queria instalar uma monarquia em que o rei estava subordinado à Constituição e eram divididos entre moderados e radicais), conservadora (poder concentrado na mão do rei a fim de garantir a ordem do reino) e a republicana (presente nos movimentos sociais de oposição).
    A Constituição brasileira foi criada tomando como base as constituições liberais francesa e inglesa, defendendo a liberdade de imprensa, sociedade escravocrata e a existência de câmaras legislativas e direitos políticos apenas para cidadãos de alta renda. Esse projeto constitucional não foi posto em vigor, e apenas em 1824 foi instituída a Constituição com o acréscimo do Poder Moderador, que cabia ao Imperador, dando-lhe o direito de exercer poder sobre os poderes Judiciário, Executivo e Legislativo. Também nessa Constituição, a escravidão era mantida, o catolicismo foi declarado como religião oficial e o voto era mantido restrito a apenas algumas pessoas.

    As discussões em volta do assunto foram mantidas, além da continuação da leitura referente ao mesmo texto.

    Ao fim dessas atividades, o professor Marcelo solicitou aos alunos que fizessem como atividade de casa um quadro comparativo sobre a Revolução Praieira e a Confederação do Equador, envolvendo aspectos como contexto histórico, objetivos, classes participantes e os principais líderes.

  39. – Primeiramente houve uma discussão prévia sobre o liberalismo, que surgiu a partir das ideais do inglês John Lockedurante o século XVIII.
    – Discutiu-se também que o liberalismo se assemelha muito, em alguns aspectos, ao iluminismo, como por exemplo, no uso da razão e na liberdade de cada indivíduo.
    – Destacamos também, os princípios do liberalismo, que são o individualismo metodológico, o mérito como um valor, a igualdade de oportunidades e a primazia da liberdade de escolha.
    – Em seguida, foram feitos os exercícios 1 e 2 da página 87
    – Também observou-se um mapa que mostrava como estava dividido o espaçogeográfico na época napoleônica, onde a França tinha conquistado boa parte da Europa.
    – Durante discussões, percebeu-se que Napoleão foi o responsável pela disseminação do liberalismo na Europa.
    – Em seguida foi feita uma linha do tempo da França entre república e monarquia, que ia do ano de 1848 até o ano de 1871, quando Napoleão III deixou o poder.
    – Também foi lido um texto sobre o liberalismo no Brasil, onde após a declaração da independência em 1822, três tendências disputavam o poder (a liberal, a conservadora e a republicana)
    – E para terminar, foi passada uma tarefa de casa (Exercícios das págs 101 a 104)

  40. Durante a última aula de história, os alunos do 9° ano aprofundaram seus conhecimentos sobre a Revolução Francesa.

    Após discussões sobre a linha do tempo relativa ao assunto, os alunos começaram a aprofundar seus conhecimentos a partir de uma atividade realizada em sala, que envolvia principalmente as mudanças que ocorreram com relação às classes sociais da Sociedade Francesa, bem como as reivindicações de alguns habitantes da França em tal época. Antes, havia uma hierarquia, uma relação de superiodidade do clero e da nobreza sob os trabalhadores, camponeses, porém após um certo tempo, as três ordens sociais passaram a estabelecer uma relação de igualdade de direitos. A população começou a se manifestar de uma maneira intensa com relação aos desejos de igualdade social.

    Também foi debatido em sala que havia forças políticas organizadas durante a Revolução Francesa. Em linhas gerais, os Girondinos eram aqueles que eram contra o regime político da época, e que tiveram uma considerável perda de poder; os Jacobinos defendiam os mesmos ideiais que os dos Girondinos, porém de uma forma mais radical, inclusive pelo fato de estarem à frente do Terror; o movimento dos Sans-Culote era formado pela população, em geral, e lutavam por decisões revolucionárias pelo meio de movimentos populares.

    Finalizando a aula, os alunos fora orientados a responder a uma atividade de revisão, que englobava ,de forma geral, todos os aspectos da Revolução Francesa.

  41. Depois de tudo que aconteceu o Rei resolveu fugir da França, indo a caminho da Austrália onde parentes de sua mulher, Maria Antonieta, comandavam, mas nem tudo saiu como planejado, quando já estavam perto do seu destino foram parados por guardas e acabaram sendo presos. Ao contrario que Louis XVI pensava, o povo estava revoltado acreditando que seu Rei era um traidor.
    Robespierre, um dos comandantes da revolução, chegou à conclusão que a mesma já estava fora de controle, a partir daí foi tomada a decisão que o Rei seria levado a Assembleia, lá a decisão foi tomada. Louis estava com a pena de morte traçada.
    Com isso um novo grupo surgiu, os Sem- Culote composto por pessoas de condições financeiras boas.
    Com o banho de sangue que estava ocorrendo na França vários países europeus se impuseram contra essas atitudes o que fez com que guardas tivessem que ir para a guerra, com medo dos prisioneiros fugirem Sem- Culote resolveram matar todos
    Marat, um jornalista, que via a revolução como um banho de sangue e forma de matar as pessoas, onde tinha total poder, bastava apenas publicar no seu jornal o nome do “traidor” que no próximo dia o mesmo estava destinado à guilhotina, mas isso até uma mulher corajosa, Charlotte Collett, mata-lo com uma facada em seu peito, a fim de promover novamente a paz em seu país.
    Pouco tempo depois chegou à vez de Maria Antonieta, onde ela foi afastada de seus filhos e passou longos anos na prisão. Em quinze de outubro a mesma foi julgada e condenada por alta traição, espolia mento do tesouro nacional e incesto com o próprio filho, mas tudo não passava de rumores absurdos. Mesmo assim com fundo de esperança Antonieta apelou para as mulheres presentes, em que naquele momento perceberam que haviam ido longe demais, mas arrependimento não bastava, o destino de rainha já tinha sido traçado igualmente como o de seu marido.
    Preocupado com a matança em seu País Robespierre acabou esquecendo-se da revolta europeia, onde a França estava cada vez mais sofrendo seguidas derrotas, então o homem decidiu que teriam de atacar para sobreviver, com o País tomado pelo sentimento de terror, qualquer um que sofresse uma pequena acusação contra a revolução iria para guilhotina.
    Para consolidar o poder criou-se o Comitê de Salvação Publica, governado por doze homens, onde o grande destaque foi Robespierre, que cada vez mais perdia o controle do banho de sangue. Reativou a censura e proibiu a pratica de qualquer religião, a igreja estava sendo atacados constantemente, santos foram trocados por Marat, a riqueza das igrejas foi saqueada e até mesmo o calendário sofreu modificações, sendo contado agora após a queda da Monarquia.
    Como forma de exemplo o comitê levou os rebeldes para o campo onde foram massacrados. O fim do terror só poderia acabar quando seu principal mentor, Robespierre, morresse

  42. Hoje, no dia 03/04/2012, na aula de historia, foi apresentado a última e a penúltima parte do documentário sobre a Revolução Francesa que estava sendo passado para nas aulas de história desde o dia 19/03/2012.
    O penúltimo vídeo, de modo geral, fala sobre o terror que se espalhou pela França que ocorreu porque qualquer coisa que uma pessoa falasse, podia ser usada contra ela e ela ser julgada e morta pela guilhotina. O vídeo também fala sobre a descristianização. Fizeram essa descristianização, pois os 12 homens do Comitê de Salvação Pública, pensaram que era a igreja que estava influenciando a resistência dos inimigos da Revolução, então os santos foram substituídos por um ícone, Marat que ficou conhecido como quase um deus.
    No segundo vídeo fala sobre a morte de Robespierre. Ele morreu, pois ele estava ganhando muito poder então ele começou a fazer coisas que só ele concordava e até surgiu a dúvida de que ele estava se considerando um deus e os seus colegas não gostaram nem um pouco disso. Mais tarde Robespierre foi condenado a guilhotina e o terror “morreu” com ele. A revolução ainda tinha continuado e mais tarde Napoleão Bonaparte se coroou rei. (caso tenha ficado alguma dúvida sobre os vídeos aqui falados, você pode ver todas as partes do documentário no mural do blog).
    E para concluir a aula e o documentário, o professor Marcelo, tomou a palavra e perguntou para os alunos o que tinha ficado para eles nesse vídeo. Então os alunos responderam que esse vídeo mostra o contexto pré-revolucionário, a Revolução e pós-revolucionário; a Revolução Francesa marcou e modificou muitas coisas na sociedade e são preservadas até hoje; que a revolução condicionou o fim de uma era, a era feudal; a revolução inspirou várias outras revoluções pelo mundo.

  43. Hoje, nas aulas de história, foi visto a parte que conclui o documentário sobre a revolução francesa e o final da penúltima parte, que não foi vista na aula da semana passada. Esse documentário começou a ser mostrado duas semanas atrás.
    A metade final do primeiro vídeo mostrou principalmente o processo de descristianização, no qual os tributos à religião foram substituidos por tributos a Marat e a forma como o terror se espalhou pela França, porém foi esse terror que silenciou os inimigos da revolução e apartir desse momento, a França começou a se dar bem nas batalhas em suas fronteiras, quando forçou a marinha inglesa a recuar de forma humilhante. Com esses acontecimentos, a revolução atingiu o seu ápice.
    O último vídeo começou falando da morte de danton e dos que faziam oposição a Robespierre.
    Robespierre tentou fazer muitas coisas absurdas e tais ações o levaram a guilhotina e provocaram, por tanto o terror, que morreu com ele, diferentemente da revolução que continuou a existir.
    As consequencias da revolução duraram muito tempo e influencairam muitos países, que hoje brigam por justiça e direitos iguais.
    Após o vídeo houve em sala uma discussão, na qual foi discutida os aspectos que ficaram do vídeo, como o que ocorreu antes, durante e após a revolução, a influência dela na atualidade. A imparcialidade do documentário foi elogiada.
    Também se abrangeu na discussão o fato de que é importante estudar a revolução francesa, para entender as influências que ela ainda exerce atualmente nos países, por exemplo, várias outras revoluções terem sido influenciadas por conta da francesa.
    Qualquer dúvida sobre o documentário pode ser tirada assistindo-o. Ele está dividido em nove partes e todas estão postadas aqui no blog do coruja sapiens.

  44. Estamos discutindo nas últimas aulas de história o direito à cidadania, desde a pólis na Grécia até a Revolução Francesa.
    Aqiui vamos falar do direito à cidadania na Grécia Antiga; bem, na Grécia Antiga os cidadãos eram obrigados a exercer funções militares e políticas, entretanto, o direito a cidadania era restrito. Começando por Esparta, quem mandava eram os espartíatas, que eram propietários de terra de origem dórica, apenas eles tinham direito à cidadania; abaixo dos espartíatas estavam: periecos, que eram homens livres homens livres da periferia, sem direitos políticos e os hilotas , camponeses descendentes de povos subjugados pelos espartíatas como propriedade do Estado.
    Depois termino de postar sobre a sociedade ateniense… 😉

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