Blocos Econômicos

Ao longo das nossas aulas, estudamos muito sobre os blocos econômicos. Neste texto vamos escrever o que aprendemos, falando um pouco sobre o que são e suas origens, os tipos, assim como sobre os principais blocos econômicos que são: NAFTA, EU, MERCOSUL, entre outros.

Os blocos econômicos são alianças entre diversos países, visando melhorar suas taxas de importação e exportação através da redução ou eliminação de impostos.
O primeiro bloco econômico foi criado na década de 40, na época da Segunda Guerra Mundial. Os seus objetivos eram que os europeus tivessem um desenvolvimento econômico semelhante ao dos Estados Unidos, assim como estimular e melhorar a relação entre os países envolvidos.
Existem vários tipos de blocos econômicos. Um deles é a zona de livre comércio, que é um acordo que permite a livre circulação de mercadorias com a redução ou eliminação de impostos, dependendo do acordo. Um outro é a União Aduaneira, que é um acordo que permite a livre circulação de mercadorias com a redução ou eliminação de impostos dependendo do acordo, porém com a presença da TEC (tarefa externa comum). Acrescenta-se também aos tipos de blocos econômicos o mercado comum, que permite a circulação de mercadorias, pessoas, capitais, etc entre os países de membros sem qualquer cobrança de impostos. Um outro tipo de bloco é a União Econômica e Monetária, um acordo que permite a circulação de mercadorias, pessoas, capitais, etc, mas com uma moeda única para todos os países.
Existem em todo o mundo vários blocos econômicos de grande importância para os países membros e na América alguns se destacam pelo seu peso e influência. Um desses é a NAFTA, uma área de livre comércio criada em 1993 na qual o México, os Estados Unidos e o Canadá estão incluídos. É importante ressaltar sobre esse bloco que, na época em que era apenas uma proposta, os Estados Unidos tentaram impor um protecionismo com relação a um imposto sobre a madeira. Outros conflitos também existiram da parte canadense em relação às taxas, os quais reivindicavam a eliminação de impostos e uma remuneração pelos já pagos. Os mexicanos se opuseram também, porque sua área de empregos iria perder muito. Depois dos conflitos e da aprovação do acordo, o comércio entre os países participantes aumentou em 150% e, com o tempo, vem cumprindo os objetivos desse bloco econômico, melhorando as taxas de importação e exportação, a economia dos países membros e possibilitando a globalização.
Outro importante bloco econômico na América é o MERCOSUL. Composto por Bolívia, Argentina, Venezuela, Brasil, Chile, Paraguai, Peru, Colômbia, Uruguai, e Equador, o MERCOSUL é uma proposta de mercado comum, mas que ainda é uma união aduaneira. No seu início, em 1991, era composto apenas por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai e só depois os outros países foram incluídos nesse grupo. Esse bloco econômico apresenta vantagens aos integrantes, pois suas taxas de exportação vão aumentar muito devido às alterações nos impostos. No entanto, países como o Brasil apresentam superioridade em relação aos produtos, o que vai avantajá-los mais do que os outros países envolvidos. Para que não fiquem em situação de desvantagem, os países menos beneficiados adotam medidas protecionistas como cobrança de impostos extras sobre produtos no seu bloco econômico. Para solucionar esse problema os países membros devem estabelecer regras, que, ao longo do tempo, irão fazer com que o objetivo do acordo seja integralmente alcançado.
Na Europa apenas um grande bloco se destaca: A União Europeia. É formado por quase todos os países da Europa, e foi criada em 17 de fevereiro de 1992. Atualmente, 27 países participam mantendo uma União Econômica e Monetária. São eles: Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Chipre, República Tcheca, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Hungria, Irlanda, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Holanda, Polônia, Portugal, Reino Unido, Romênia e Suécia.
Esse bloco econômico, na verdade, nasceu da antiga CEE (Comunidade Econômica Européia) que era um bloco econômico formado em 1958, onde participavam a Holanda, Luxemburgo, Bélgica, França, Itália e Alemanha Ocidental e que formavam um Mercado Comum. Mais tarde, em 1965, a CEE se fundiu com outras duas instituições: a CECA (Comunidade Européia do Carvão e Aço) e a CEEA (Comunidade Européia de Energia Atômica). Assim, entraram na CEE: a Grécia, Irlanda, Espanha, Reino Unido, Dinamarca e Portugal. Depois, em outro tratado, a CEE mudou de nome para CE (Comunidade Européia), que originou a União Europeia.
Todos os blocos têm objetivos e na UE não é diferente. Os principais objetivos do bloco são: melhorar a economia dos países membros comercializando produtos sem a cobrança de impostos e aumentar as relações entre os países, em outras palavras, a globalização.
A UE só tem vantagens e quase nenhuma desvantagem. Uma vantagem é que os países que comercializam entre si crescem rapidamente, visto que a maioria dos países são iguais por serem tão pequenos. Outra coisa boa é que a moeda é igual para todos os países, ajudando assim na comercialização de produtos captais e etc.

Podemos, então, concluir que os blocos econômicos são uma tática muito boa para a aceleração da economia de pequenos países como é na União Européia. Além disso, os blocos econômicos são bons também para aumentar a integração entre os países, possibilitando a miscigenação da cultura, fato que é bom para a globalização.

Por Leonardo Luna e Mateus Coelho

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