Morte e Vida Severina

TV Escola
Estudo sobre adaptação da obra – Morte e Vida severina de João Cabral de Melo Neto, escrito entre 1954 e 1955 e publicado em 1955 – para audiovisual por Luiz Felipe Botelho
Direção – Afonso Serpa
Produção Executiva- Mario Lellis – Roger Burdino- Maurício Fonteles
Direção de Produção – Alexandre Fischgold
Roteiro- Afonso Serpa

Veja o link para o site da TV Escola clicando aqui:
http://tvescola.mec.gov.br/index.php?

CIDADES SUSTENTÁVEIS

Fonte de apoio – 6o Ano – Geografia
Uma realização da Rede Nossa São Paulo, da Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis e do Instituto Ethos, o programa oferece uma plataforma que funciona como uma agenda para a sustentabilidade, incorporando de maneira integrada as dimensões social, ambiental, econômica, política e cultural e abordando as diferentes áreas da gestão pública em 12 eixos temáticos. A cada um deles estão associados indicadores, casos exemplares e referências nacionais e internacionais de excelência. Estamos diante da oportunidade de criar um novo padrão de relação dos cidadãos com a política, os candidatos assumindo compromissos concretos e os cidadãos acompanhando os resultados desses compromissos.

O mundo global visto do lado de cá – Milton Santos

” As sociedades estarão radicalmente divididas em apenas dois grupos de indivíduos: o dos que não comem e o dos que não dormem; não dormem com medo dos que não comem”.
Josué de Castro

Influente médico, nutrólogo, professor, geógrafo, cientista social, político, escritor, ativista brasileiro que dedicou sua vida ao combate à fome.

 

 

Documentário do cineasta brasileiro Sílvio Tendler, discute os problemas da globalização sob a perspectiva das periferias (seja o terceiro mundo, seja comunidades carentes). O filme é conduzido por uma entrevista com o geógrafo e intelectual baiano Milton Santos (1926–2001), gravada quatro meses antes de sua morte.
Considerado um dos maiores pensadores brasileiros do século XX, Milton Santos não era contra a globalização e sim contra o modelo de globalização perversa vigente no mundo, que ele chamava de globalitarismo. Analisando as contradições e os paradoxos deste modelo econômico e cultural, Milton enxergou a possibilidade de construção de uma outra realidade, mais justa e mais humana.