24 comentários sobre “Antropólogo fala sobre “rolezinhos”

  1. Gostei muito do video, pois nele mostra principalmente ou ate mesmo, apenas por parte da reporter como existe um preconceito com adolescentes que se vestem com estilo funkeiro, porque acham que apenas eles causam confusão, apenas eles vão para roubar, etc. mas não. Da mesma maneira que um “adolescente da favela” pode roubar, causar confusões e fazer baderna um “adolescente da zona sul” também pode. Rolezinho foi criado apenas para reunir grupos de amigos, e não para causar confusões e proibições de menores desacompanhados no shopping. Mas então, agora eu pergunto, que outros lugares jovens poderam se reunir? Pois é, não há nenhum local.

  2. A minha opinião sobre os rolezinhos é que é só uma maneira de alguns jovens se encontrarem para se divertir e consumir, eu que sou uma jovem já dei uns rolezinhos mais não existiu nenhuma manifestação, acho que entre 10 rolezinhos 2 são um tipo de “manifestação”.
    Então da para perceber que a população está com muito preconceito e racismo em relação aos jovens, muitas pessoas os julgam só pelo fato de serem adolecentes vao assaltar um shopping ou porque é negro, mas os jovens só estão lá para se encontrarem com os amigos, provavelmente o nosso pais não esta sabendo lhe dar com os
    jovens, isso tudo é uma grande besteira, qual o
    problema dos jovens negro irem ao shopping? E a resposta é o preconceito, os negros não tem o direito de se divertir ou de sair com os amigos e isso ta errado porque todos devemos ter direitos iguais.

  3. O antropólogo mostra um lado bastante preconceituoso dos jovens serem da favela ou da periferia não poderem ter o mesmos direitos das pessoas com a classe social mais alta que a dela pois tecnicamente o shopping era para ser um local público, aberto a todos e de um jeito ou outro o segurança do local não pode simplesmente dizer quem pode entrar ou não, mas não acho que só pelo o motivo do shopping ” ser de todos” que eles possam fazer isso e justamente por esse motivo tem pessoas que não gostam disso.

  4. Uma coisa muito tratada no video é a questão de um preconceito como se os jovens q realizam o rolezinho fossem atacados pelos seguranças não pela bagunça em se mas por um preconceito de cor de classe social e dessa forma as pessoas como fala o video poem o nome nisso de arrastão isso é colocado pela outra participante Maria que fala de uma maneira bem preconceituosa sem se em comodar de falar isso na televisão como se não tivesse nada erado em chamar esse jovens de pobres ou negros como se isso fosse certo.Por fim podemos ver que o rolezinho é um metodo encontrado pelos jovens de se manifestar.

  5. Achei o vídeo muito interessante e esclarecedor, principalmente por tratar de dois temas bem presentes (infelizmente) na atual sociedade capitalista, o preconceito( até onde vai o nosso preconceito em relação ao mundo) e os “rolezinhos”, que se relacionam pelo fato de que muitas pessoas mostram o racismo e o preconceito no geral, ao ver os jovens entrando nos shopping; frases parecidas como essas são ditas muitas e muitas vezes atualmente: “Eles são pobres não podem entrar aqui” ou “Ele é negro, deve ser bandido”.
    O entrevistado, o antropólogo Alexandre Barbosa Pereira, fala que os “rolezinhos” é considerado para ele uma forma de se encontrar, ele fala também que eles vão para os shoppings em áreas que eles moram na periferia, como o shopping Itaquera, onde as pessoas da periferia e público parecido frequentam.
    Outra coisa é que os donos das lojas quando percebem o que está acontecendo, eles as fecham com medo de arrastões e a polícia também acaba não sabendo como reagir e é aí que surge a violência e o tumulto, correrias, balas de borracha e perseguições, que é causada pela repreensão policial e vendo tudo aquilo o antropólogo completa dizendo que as pessoas,no geral, vendo jovens de periferias pobres e até negros, acham que eles são bandidos que só querem roubar as lojas e o shopping, é aí que você percebe o preconceito entre classes e raças, e ainda a falta de respeito com os jovens que somente querem um espaço na sociedade para mostrar que estão ali.
    O entrevistado diz também que há uma relação entre a política e os “rolezinhos”, que esses jovens querem os seus “direitos de se divertir”, aí vem a questão de que nesse país precisamos de propriedades publicas não só para os jovens pobres, mas também para os jovens da classe alta (para esses aprenderem a conviver com as diferenças), porque os governos deveriam fazer mais construções para os jovens, pois eles são os protagonistas e também são eles que fazem o futuro.
    Ele conclui que o preconceito dos “rolezinhos” chegaram até mesmo nos colégios, o entrevistado conta que quando ele estava numa escola os professores falavam que o maior problema era que mais de 50% da instituição era composta de jovens da periferia; e por fim lança um desafio para o governo: “Vamos tornar esse pais um lugar de convivencia e de respeito entre cores, raças, classes e diferenças, acabando com a segregação e o racismo”.

  6. O “rolezinho” nada mais é do que jovens da periferia se encontram para trocar ideias, namorar e se divertir em um local onde eles consideram público e ideal para os encontros. A visão policial, que acha que tudo isso não passa de pessoas da favela, baderna e possível destracao para um arrastão está errada, principalmente quando se tenta controlar os encontros com bala de borracha, gás lacrimogêneo, cassetes e bombas de efeito moral. Na minha opinião, mesmo que o shopping seja um local para socializar acho errado essa atitude de levar mais de mil pessoas só para cantar, ficar zoando, etc. O shopping não é lugar só para se divertir, é um local para consumo; esses jovens chegam em quantidades enormes superlotando alguns shoppings, fazendo barulho e o pior afugentando e assustando os clientes que sem eles os shopping não estariam abertos. Se essas pessoas gostam tanto de fazer esses encontros caóticos tratem de fazer em suas casas para não pertubar pessoas que não tem nada a ver com essa besteira toda. Os rolezinhos só trazem desgosto para a sociedade e mesmo que a polícia seja as vezes descontrolada não acho errado em algumas ocasiões usarem bombas de efeitos moras ou outras ferramentas para os delinquentes que estão fazendo arrastões, quebrando objetos e outras coisas.

  7. Para mim, esse tipo de critica, contra os jovens negros e da periferia que fizeram um “Arrastão”, Isso da polícia enfrenta-los com balas de borracha e ferramentas de efeito moral, como uma repressão é ridículo, mas também não dou razão a eles de fazerem algazarra no shopping espantando as famílias ou grupos passeando por lá, e não tem nada a ver com a representação do povo e o que eles vão fazer, só pois são negros ou da periferia, mas acho ridículo o fato da escola ter vergonha de ter um aluno da periferia, o mais ridículo de todos é o fato de um ano atrás 1.500 jovens alunos da USP se reuniram no shopping Itaquera e todos acharam lindo “de morrer”, acho isso um ato de racismo e de irresponsabilidade tanto da sociedade tanto das pessoas que fazem o rolé.
    Artur

  8. O antropologo relaciona bastante os Rolezinhos com o preconceito e a segregação contra esses jovens de classe baixa, falando de sua visita a uma escola perto de favelas e do preconceito que tinham. Ele afirma que os rolezinhos não são protestos realmente politicos como os das ruas que aconteceu ano passado, mas sim uma especie de mostrar que eles querem mais lazer e estão se divertindo nos shoppings center. E esses tumultuos que ocorrem são pela repreensão policial, que não está preparada para essas situações.

  9. Segundo o que o antropólogo Alexandre Barbosa falou, os “rolezinhos” seriam muito mais um espaço de encontro (que seria o shopping) entre os jovens do que uma forma de protesto. Um dos principais problemas sobre esse encontro de jovens é a questão do preconceito dos outros frequentadores dos shoppings, pois, a maioria dos jovens que participaram dos “rolezinhos” eram de classe média baixa e tanto os vendedores como as outras pessoas que não iam ao shopping para participar desse encontro acreditavam que se tratava de um “arrastão”. Pra mim, isso é puro preconceito, todo mundo deve ter direito de frequentar os mesmos espaços. Os shoppings são lugares privados, mas são de acesso público, não são como uma casa onde o dono pode permitir ou proibir a entrada de alguém.

  10. O vídeo fala sobre o “rolezinho” na opinião de Alexandre Barbosa. Para o “rolezinho” não é uma manifestação mas apenas um encontro de jovens usando a internet como meio para dizer onde irão se encontrar. Esses encontros são feitos em lugares fechados e seguros como Shopping mas devido ao grande número de pessoas que fazem parte desses encontros acabam gerando tumultos e a polícia ainda não estar apta para esse tipo de situação. Isso tem gerado confronte onde muitas vezes a polícia tem usado medidas muito pesadas para combater como por exemplo o uso de balas de borracha, gás lacrimogêneo etc.
    Em minha opinião o rolezinho está apenas tentando mostrar que é preciso investir em segurança, e mais espaço de lazer para esses jovens se encontrarem.

  11. Ultimamente, se fala muito dos ‘rolezinhos’. “Eu concordo” “Eu discordo”, eles são um assunto constante entre a população. Sobre o assunto? Eu não tenho uma opinião fixa sobre o ‘rolezinho’.
    A ideia inicial que nós levou ao assunto durante a aula foi o debate “Propriedade: publico vs. privado”. Afinal, quando a propriedade publica de qualidade diminui, se deve esperar consequências. Quantas praças publicas de qualidade se encontram em periferias ou qualquer lugar onde a classe alta vá consumir com frequência você encontra atualmente? Isso se dá respeito ao fato de se investir cada vez mais em lugares onde possamos consumir. Quando saímos de nossas casas, é difícil encontrar um lugar onde não haja nada que queira faze-lo consumir algo. Mas e se você não pudesse comprar?
    Pelo que entendi, essa seria a ideia inicial do ‘rolezinho’. Um protesto. Mas como toda manifestação por boas causas, as coisas saíram de controle. O ‘rolezinho’ deixou de ser um protesto, para virar algo sem sentido. Os jovens queriam um lugar de qualidade para sair com os amigos, se divertir e passar o tempo. Algo que substituísse as praças. Porém, eu duvido que eles fizessem churrascos e tocassem musica alta na praça. Qual o proposito disso? Jovens de classe alta começaram a aderir a causa. A maioria, pelos motivos errados. ‘Rolezinho’ agora é modinha.
    Então, todos nós concluímos que o ‘rolezinho’ não é uma questão de tomar partido.
    Sobre os vandalismos: Eu prefiro não comentar sobre isso. É errado. Estragar o trabalho de alguém, por uma causa maior. Será que nesse caso os fins realmente justificam os meios?

  12. Primeiramente, gostaria de falar que eu apoio o “rolezinho”, pois por minha percepção são apenas jovens lutando por seus direitos de uma forma pacifica.
    Mas claro que para tudo temos uma excessão, pois infelizmente como em todo protesto existe um grupo de vândalos que acabam se apossando da situação e extravasam e roubam. Por isso cria-se uma má opinião não só do rolezinho quanto de outras manifestações.
    Também precisamos saber que a necessidade leva esses jovens a fazerem este(s) protestos(s), mas claro que não pode exagerar (como muitos fazem).

  13. Os chamados “rolezinhos” são apenas encontros de jovens (na maioria das vezes, possuem uma classe econômica mais baixa) que procuram um lugar para namorar e se divertir, porém,tanto comerciantes quanto pessoas ficam assustados caso haja uma serie de furtos e assaltos. Em minha opinião, acho que os rolezinhos são apenas encontros de jovens que, pelo motivo de pertencerem a uma classe econômica mais baixa, sofrem um certo preconceito e passam a ser temidos pelas pessoas,principalmente por causa do enorme esteriótipo que a humanidade tem que fala que se a pessoa for pobre, ela é bandida ou vagabunda. Em alguns casos, os “integrantes” dos rolezinhos estão sim fazendo baderna, mas como foi dito, foram registrados poucos furtos. Posso concluir que sou a favor do rolezinho, desde que, ele aconteça de uma forma saudável.

  14. Achei bastante interessante, mas ao dizer que o maior problema de escolas públicas era a maioria dos alunos de uma favela, foi muito preconceituoso..
    Mas os jovens tem o direito se divertir em qualquer lugar, mas não da maneira do rolezinho, com muitas pessoas (muuuitas pessoas..), qual coloca medo não só nos vendedores, mas nas pessoas que por ali passam, pela quantidade de gente, sempre pode ter alguém no meio que veio por outra causa (Roubar, até.). Por esses e alguns outros motivos, a população teme isso.

  15. O vídeo em questão é muito bom pois explica de forma simples o “rolezinho” e como ele surgiu.Sou a favor da ideia inicial do rolezinho, ou seja, protestar para que mais espaços onde pessoas de todas as classes sociais possam se reunir com segurança para se divertir venham a existir, já que a violência não permite que os locais já existentes “sejam frequentados” e a falta de repeito pelo patrimônio coletivo aliada ao desinteresse dos políticos,que não “investem” na melhoria desses patrimônios, tornam esses lugares inutilizáveis.
    Sou contra o rolezinho a partir do momento em que essa forma de manifestação popular se torna um instrumento para a baderna e para atos de vandalismo que infringem a lei e causam prejuízos as pessoas que estavam no shopping buscando apenas se divertir ou realizar seu trabalho.
    Eu acho que esse professores da escola pública citada no vídeo deveriam se sentir envergonhados por julgar seus alunos por coisas banais como cor de pele ou classe social.Esse tipo de preconceito contra as pessoas de classes sociais mais baixas é “comum” aqui no Brasil (infelizmente), e é isso aliado de alguns outros preconceitos que impedem o desenvolvimento social do Brasil.
    A forte e brutal repressão policial não deveria ser utilizada contra esse movimento que é (pelo menos era em sua essência) pacífico e que só busca reivindicar direitos básicos dos cidadãos (lazer e segurança).A violência deve ser utilizada sempre como último recurso e somente para conter os baderneiros que buscam manchar a essência da manifestação e utilizá-la para cometer atos ilegais,como saquear ou destruir um patrimônio, seja ele público ou privado.
    Muitas pessoas acham que o rolezinho é apenas um encontro para a promoção de baderna e confusão, mas em sua essência ele significa muito mais do que isso, ele mostra que a juventude de hoje está disposta a batalhar para que seus direitos sejam garantidos e também para que as condições de vida dos jovens sejam cada vez melhores.

  16. os rolezinhos sao encontros que jovens da periferia fazem, e o local escolhido pelos jovens para fazer esses encontros foi o shopping center, porque é um local de prestigio onde eles podem passear, paquerar, conversar, etc. Alguns shopping onde houveram os rolezinhos eram shopping localizados na periferia mesmo, que ja eram frequentados por esse tipo de pessoa, de baixa classe social, porem agora eles se reuniram em grupos maiores. eles so começavam a bagunçar quando a policia chegava e tentava impedir aquelas pessoas achando que eles estavam fazendo arrastões, só por causa de sua aparencia, cor, vestimenta e classe social. Ai isso acaba se tornando um preconceito. Esse foi meu comentário sobre o video, porem em minha opinião tem algumas coisas que mudam. Alexandre fala que os shoppings que ocorreram os rolezinhos eram shopping de periferia, porem também ocorreu um rolezinho no shopping JK iguatemi, em São Paulo, shopping que por sinal é luxuosíssimo. Eu também acho que não podemos julgar essas pessoas e descrimina-las, mas como Marcelo até falou os ricos ostentam a muito tempo e etc, porém os jovens de uma classe social mais alta, são (na maioria das vezes) mais educados, controlados e menos bagunceiros. Também tem outra coisa, a ostentação dos ricos é de uma forma diferente das dos jovens da periferia. No momento não estou conseguindo encontrar uma palavra/frase que diferencia-las, mas é diferente! E na maioria das vezes, as coisas que essas pessoas da periferia usam são coisas falsificadas, mas não querendo puxar esse assunto para o lado fútil, mas só relembrar, pirataria é ilegal!

  17. Eu não acho que rolezinhos não são protestos eu acho que é pura provocação porque se eles fossem para se divertir não ia ser desse jeito na minha opinião o que eles fazem pode ate ser chamado como vandalismo porque em quase todo rolezinho tem correria denuncia de furto entre outros problemas e unico jeito de parar isso e como a policia faz metendo a bala de borracha

  18. Achei o vídeo bem legal e esclarecedor. Ele mostra uma entrevista com o professor a UNIFESP, o antropólogo Alexandre Barbosa Pereira sobre os “rolezinhos”, que são nada mais que que encontros de jovens da periferia de São Paulo em shoppings com o propósito de se divertir. A maioria dos shoppings que tiveram esses encontros, são da periferia e já frequentados por muitos deles. O fato de os comerciantes fecharem as portas quando veem esses jovens pois acham que é assalto, e os policias usarem balas de borracha como se fosse um ato de violência, apesar da maior violência ocorrer com a repressão policial, só mostra que eles não sabem lidar com isso. O grande problema é o intenso preconceito quanto a classe e a cor, pois as pessoas acham que um simples encontro com pessoas de classe baixa em um shopping é um assalto. A grande dificuldade, também, é o pais não saber lidar com jovens e com essa situação. A ausência de propriedades publicas, como praças, leva as pessoas a utilizar cada vez mais os shoppings.

  19. Gostei muito do vídeo, pois achei bem esclarecedor. Através dessa entrevista pude compreender que os “rolezinhos” realizados pelos jovens em shoppings centers é uma forma de reivindicar um espaço para os jovens se divertirem. Compreendi também que os “rolezinhos” não são inicialmente atos violentos, e sim, resultados de atitudes tomadas pelos policiais. O antropólogo entrevistado afirma que também é uma questão de “rótulo”, pois a maioria a realizar os “rolezinhos” são jovens pobres negros, que são tratados como bandidos, e isso é grande consequência do preconceito que nós temos. Achei também interessante que foi dito que os jovens realizam esses “rolezinhos” com o intuito de garantir o direito a diversão. Isso ofício que compreendi ao ver a entrevista.

  20. Achei o vídeo interessante, assim como a opinião do Antropólogo, que talvez eu possa ainda não ter pensado dessa forma, mas concordo parcialmente com ele, apesar de achar que a ação dos professores ao dizer que o maior problema da escola pública era que a maioria dos alunos era da favela foi puro preconceito e meio que imaturidade da parte deles. Acho que os jovens têm sim o direito de se divertir em qualquer lugar. Mas eles- os que participam do rolezinho- fazem isso de maneira errada, esse “rótulo” de arrastão que a mídia coloca, por mais que possa ser exagerado, tem causas reais: o medo que as pessoas têm e o que aparenta ser realidade, que não é um “simples rolezinho” e sim um arrastão. Por mais que esses jovens queiram somente se divertir e serem reconhecidos, eles com certeza demonstram isso de maneira errada ao realizarem esses rolezinhos, que basicamente se resumem em quebra-quebra, gritaria, esculhambação e baderna. Por isso o povo tem todo o direito também de temer esse encontros e de querer evitá- los. Além de que- não tenho nenhum preconceito, só estou dizendo o que eu acho- muitas vezes pode ocorrer de esses jovens estarem drogados e fora de si o que eleva ainda mais o índice de perigo desses eventos.
    Concluo então, que os jovens têm todo o direito de se divertir, porém de forma correta. Pois dessa maneira, é perigoso tanto para as pessoas que não participam do rolezinho, quanto para os participantes, por conta da ação violenta da polícia, que só piora a raiva e a bagunça contida nesses encontros.

  21. Os rolezinhos são encontros de jovens da periferia que marcam de ir para o shopping para conversar, paquerar, namorar, em fim se divertir, pois, por falta de ambiente seguro, limpo e bem cuidado. Esse pessoal já fazia isso em shopping perto da periferia, mais começou a ir a shoppings mais ricos e seguros com um volume maior de pessoas, então as pessoas do shopping achavam que era arrastões e acabaram chamando a policia que acabou acreditando apenas por causa das vestimentas, cor, aparência e classe social. Para mim os ricos também faziam esses rolezinhos, mais de uma forma mais calma, sem chamar muita atenção. Segundo o antropólogo os jovens dos rolezinhos então reivindicando seus direitos de lazer, mais lugares de lazer, confortável,seguro, limpo, etc, um lugar melhor para eles se divertirem.

  22. Achei o vídeo interessante pois explicam a ação e o que fazem os rolezinhos. São apenas jovens da favela que se encontram em grupos de muitas pessoas em shoppings que deixam os vendedores assustados e acabam fechando as lojas. Mas muitas vezes nos enganamos por causa do preconceito com os negros.

  23. o ¨rolezinho¨ é uma forma dos jovens da periferia chamar atenção para o fato de eles não terem lugares aonde possam se encontrar sem discriminação. isso demonstra que ainda há muita discriminação de raça, econômica, classe social, maneira de se vestir, música que gosta de ouvir etc…
    os jovens precisam de lugares onde possam se encontrar e se divertir sem sofrerem discriminação.

  24. Eu gostei bastante do vídeo, principalmente porque ele mostra um outro ponto de vista em relação aos “rolezinhos” que estão acontecendo nos shoppings centers das grandes capitais. O antropólogo Alexandre Barbosa fala que esses “rolés” estão mais para encontros organizados da população mais carente que mora na perifieria das grandes cidades, do que manifestações violentas tendo como motivo a reivindicação de acessão dessa população mais pobre a mais espaços públicos e de lazer, onde tenha a liberdade de encontros sociais e de expressão. Também gostei do momento em que ele mencionou que o intenso preconceito que existe entre as classes sociais é o motivo da forte opressão e violência da polícia contra esses grupos e também do medo que os comerciantes têm de acontecer algum arrastão ou coisa parecida. Na minha opinião, essa também é a causa do desconforto de alguns clientes. O antopólogo diz depois, que em atendimento a esses acontecimentos, os novos políticos deveriam primeiro escutar o que esses grupos têm a dizer( primeiro passo, na minha opinião, de se chegar a uma decisão social justa, e não aquelas mais tradicionais que envolvem a opressão direta) e depois garantir o maior acesso a espaços de lazer a essas pessoas menos privilegiadas. Então, a partir disso, podemos chegar a conclusão de que esses chamados “rolezinhos” não passam de encontros de pessoas de classe social mais baixa que, através das redes sociais, combinam encontros em locais onde possam se divertir e se relacionarem com amigos e até namorarem, e que querem nos passar uma mensagem. E, na opinião desse antropólogo, essa mensagem é um pedido de uma coisa a que todos deveriam ter direito: mais espaços públicos de lazer e de encontros sociais sobre os quais devemos sempre refletir.

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