8 comentários sobre “Assembleia Planetária – 9o ano A

  1. nas ultimas aulas de historia nós fizemos uma assembleia no qual os alunos fizeram duplas e essas duplas representavam as organizações, eles se defendiam e atacavam as outras, os outros que sobraram viraram repórteres que por sua vez faziam varias perguntas para as instituições q se defendiam. até agora o debate foi bem produtivo, e aparentemente todos os grupos dominaram bem os temas.

  2. Desde o primeiro momento que foi comunicado à turma sobre a Assembleia Planetária, todos ficaram bastante empolgados para participar dela. Na primeira aula que foi destinada a esse assunto, o Marcelo nos falou o tema da Assembleia que seria as instituições pesquisadas até então no primeiro bimestre e dentre elas foram selecionadas sete: Organização das Nações Unidas (ONU), Fórum Econômico Mundial (FEM), Fundo Monetário Internacional (FMI), Greenpeace, Anistia Internacional, Organização Mundial do Comércio (OMC), Fórum Social Mundial (FSM) e Banco Mundial. E os temas que deviam ser abordados pelas instituições seriam o desenvolvimento sustentável e os direitos humanos, duas coisas polêmicas e muito importantes hoje em dia. Na sala, foram formadas oito duplas, na qual cada uma iria defender uma instituição diferente. Enquanto isso o resto do grupo assumiria o papel de repórter que teria momentos na Assembleia para questionar e acusar as instituições, que seriam defendidas pela dupla de representantes. Com tudo já organizado, as duplas e repórteres começaram a pesquisar na sala argumentos e esse trabalho de pesquisa terminou em casa. A partir do dia 13 de Março foram disponibilizadas várias aulas de História para a realização da Assembleia, que ocorreu na sala de vídeo. Em minha opinião a turma teve um excelente desempenho, vindo dos representantes, que destacaram a origem de sua instituição, finalidade, participantes, situação atual, desenvolvimento e principais feitos, e também dos repórteres, que fizeram ótimas perguntas e acusações, revelando erros e problemas polêmicos sobre as instituições. O momento em que as instituições questionaram umas às outras foi também muito bom, pois possibilitou o contato entre elas e a revelação de bons argumentos que não haviam sido citados até o momento. Marcelino e eu assumimos o papel de representantes da Anistia Internacional, que defende o respeito pelos direitos humanos de todas as pessoas, independente de sexo, cor, condição social e origem. Dessa forma nos entregamos completamente na Assembleia. Durante dias eu pesquisei sobre a Anistia, visitando vários sites dentre eles o site oficial dessa instituição, buscando entender quem eram os participantes da Anistia, pelo que lutavam, a origem da instituição, temas centrais. Depois de várias pesquisas, consegui a resposta para tudo isso, além de achar inúmeras campanhas da Anistia que tiveram sucesso na sociedade, mas infelizmente, devido ao tempo, só algumas puderam ser levadas para a sala de aula. Porém, muitos argumentos relacionados à Anistia puderam ser levados para a Assembleia, como a questão da exploração de crianças, o controle de armas, o desrespeito de empresas em relação aos direitos humanos, a abolição da pena de morte, discriminação, imigrações, Rio+20: Desenvolvimento Sustentável Ancorado nos Direitos Humanos, prisões injustas, etc. Dessa forma, concluímos que a Assembleia foi algo muito produtivo para a turma e eu gostei bastante.

  3. A assembléia planetária. Várias instituições que abrangem o mundo se encontram para discutir sobre Desenvolvimento Sustentável e Direitos Humanos. Semanas de pesquisa e preparação de material, que resultaram nessa saudável e interessante experiência organizada pelo professor de História e Filosofia Marcelo. Representando todas as instituições estão:
    FMI: Lucas Paiva e Mateus Villarroel
    FEM: Eric Gomes e Lara Brito
    FSM: Matheus Costa e Vinicius Araújo
    ONU: Filipe Cela e Guilherme Alves
    OMC: Gustavo Luna e Bianca Holanda
    Banco Mundial: Heloísa D’ávila e Julia Bhrem
    Greenpeace: Julia Bastos e Isabela Nóbrega
    Anistia Internacional: Celine de Castro e Marcelino Araripe
    E com os repórteres:
    Dominique Rüegg, Vinícius Franco, Dana Kremer, Inez Kaúla, Flávia Freire, Mateus Franco, Camille Nogueira, Lucas Senna e Ian Muniz.
    O debate começou acirrado, depois das introduções das instituições, os repórteres começaram com uma chuva de perguntas sobre a ONU e o FMI, e logo se espalhou para as outras instituições, que se defendiam como podiam, mas as mais atacadas foram as citadas anteriormente. Como um representante do FMI, não pude deixar de notar a falta de espaço que essa instituição teve, mesmo sendo uma das mais atacadas e o quanto as respostas das outras organizações foram pouco objetivas. O fim do debate fez com que eu e meu parceiro perdêssemos páginas e mais páginas de argumentos, que poderiam ter exercido suas respectivas funções. Mesmo que o debate tenha sido uma experiência construtiva, e altamente educativa, mas ao mesmo tempo divertida, achei que faltou um pouco mais de organização dos que iam falar, pois não havia uma ordem, as perguntas eram feitas por pessoas em ordem visivelmente aleatória.

  4. A Assembleia Planetária foi muito interessante. Os alunos fizeram duplas e cada uma delas representou uma organização, com exceção dos repórteres, com a função de fazer acusações às organizações. O debate foi extremamente proveitoso, pois as acusações e as defesas foram de alto nível.
    Para começar a Assembleia, cada organização dava uma introdução sobre sua origem e o seu propósito, como por exemplo, o FMI disse quando surgiu e disse que foi fundado para manter a estabilidade econômica. Depois das acusações, as acusações passaram a ser feitas de organização para organização.
    Os debates foram muito bons e eu gostei de ter participado.

  5. A assembleia foi de um auto nivel, gostei muito da forma que foi feita. Pessoalmente falando a assembleia não foi tão facil, pois estive sozinho na maioria dos encontros, apesar disso fiz um discurso inicial bom falando de todas as propostas, componentes e sobre o surgimento da OMC. No momento da sabatina recebi uma pergunta muito boa e acho que segui os padrões de resposta.

  6. Como representante do Greenpeace achei a participação dos integrantes da minha instituição muito satisfatória. E e minha dupla fizemos pesquisas variadas de fontes confiáveis que englobavam todos os temas atuais e controvérsias relacionadas ao Greenpeace, conseguimos também responder com êxito os questionamento que nos foram lançados e apesar de não termos tido tempo para realizar nossos questionamentos nós tínhamos perguntas interessantes e bem preparadas prontas para serem lançadas

  7. A Assembléia Planetária foi um recurso muito interessante que nos proporcionou uma maior entendimento acerca de várias instituições que atuam diante de questões globais; entre ela a ONU, O FMI, o FEM, o FSM, o Greenpeace, a Anistia Internacional, entre outras. Por meio dessa assembléia pudemos ter uma ideia dos interesses dessas instituições e também descobrimos alguns comportamentos inadequados de várias delas como atitudes hipócritas que vão contra aquilo que é defendido pelas instituições. Na minha opinião os debates foram bem completos com perguntas e defesas bem elaboradas, embora os representantes de algumas instituições tenham deixado a desejar. Esse trabalho todo foi algo de muita importância, pois os interesses do nosso país e de outros países são representados por meio da atuação dessa instituições e nós, como cidadãos e representantes do nosso país, temos que constatar se as decisões que são tomados mundo afora em nosso nome realmente são conscientes e adequadas as necessidades do planeta e dos seus habitantes. No geral foi bem organizado, mas por conta do tempo limitado não pudemos expressar todas as nossas opiniões e argumentos.

  8. Globalização. Uma palavra vista e “vivida” diariamente pela população global, mas tantas vezes não compreendida.Um das provas de que esse processo está agora mais latente do que nunca é a existência das chamadas “Instituições Globais”, que tem o objetivo de melhorar o espaço terrestre, em uma escala planetária. Esse foi o tema de discussão de nossa Assembleia Planetária: a discussão em torno dos deveres, posicionamentos e ideias de cada uma das principais instituições, principalmente no que estava relacionado com os Direitos Humanos e o Desenvolvimento Sustentável.

    As organizações internacionais são a expressão mais visível dos esforços de cooperação internacional de forma conectada e latente. Desde o surgimento do Estado Nacional como categoria política central, que norteava as relações entre povos, são registrados formulações de pensadores voltadas para a criação de tais organizações. Mas, a História registra, também, as enormes dificuldades de se por em práticas essas iniciativas. Isso não quer dizer, porém, que as organizações internacionais não tenham sua eficácia e que sejam de pouca importância, que escondam sob um manto de amenidades e conveniências apenas uma fria e incansável luta pelo poder. É necessária recordar, porém, que os esforços de construção de uma ordem internacional pacífica e articulada é uma tarefa difícil e trabalhosa porque precisa conciliar percepções e anseios políticos diferentes entre si. O estabelecimento de normas internacionais não traz em si a garantia de que essas normas serão efetivamente cumpridas e que uma vez produzidas, automaticamente, farão surgir padrões de comportamento humano. Mesmo no plano doméstico, onde existe uma autoridade formalmente constituída e amplamente estruturada, o fato de produzir leis não significa que direitos humanos sejam plenamente respeitados, padrões ambientais sejam observados ou que crimes deixem de ser cometidos ou que sejam devidamente punidos: o poder judiciário pode ser lento e ineficaz e a polícia pode ser corrupta ou insuficiente para fazer com que as leis, novas ou antigas, sejam cumpridas. A esse respeito, no caso do Brasil, essa realidade aparece em nosso dia-a-dia.

    Por estar defendendo um Fórum intimamente relacionada com a economia global, o Fórum Econômico Mundial, foi esse aspecto que me chamou mais atenção. Como a economia é importante para que tudo funcione da melhor forma possível, desde de um desenvolvimento baseado em fontes sustentáveis, até a boa qualidade de vida da população. Desse ponto surge a importância de um espaço para debater a economia em um ponto de vista global com o apoio de líderes empresariais, políticos, civis e até mesmo com a população em geral, já que, em um mundo interdependente como aquele no qual vivemos, todas as realidades estão interligadas.

    Outro fato que realmente chamou a atenção daquela que vos escreve foi o de que, no Fórum Econômico Mundial realizado neste ano, um dos principais temas foi a mudança da realidade capitalista selvagem. O próprio fundador do Encontro, Klaus Schwab, afirmou que , “para que o Estado Mundial pudesse ser melhorado, o modelo econômico do capitalismo selvagem deve ser mudado”. Ou seja, o mundo está mudando, ou pelo menos um novo Sol promete iluminar o mundo, nos dias adiante.

    Porém, problemas podem ser percebidos, e falo agora diretamente para aqueles que representaram algumas instituições. Muitas das organizações foram criadas com o fim da Segunda Guerra Mundial, há mais de 60 anos. Desde então, elas tem agido de forma significativa, no que diz respeito aos desafios que apareceram durante a segunda metade do século XX e do início do século XXI, incluindo a descolonização, o fim da Guerra Fria, a segurança global, o meio ambiente, e a pobreza mundial. Porém, mesmo tendo sido criadas algum tempo atrás, muito pouco foi alterado nas bases da maioria dessas instituições. As perguntas são, então: Elas trabalhando bem individualmente e como um grupo? Como pode haver desconfiança entre elas, se todas tem de estar unidas para guiar, de forma justa e sensata, o mundo para o melhor caminho? Como estariam, hoje, os países desenvolvidos, caso essas instituições não existissem? Teria a globalização, com a sua massiva divisão de classes, ocorrido de forma diferente? A autoridade é necessária para manter a ordem internacional, mas como construir essa autoridade se ela depende diretamente da decisão política dos Estados?

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s