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5 thoughts on “História”
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Durante a última aula de história, os alunos do 9° ano aprofundaram seus conhecimentos sobre a Revolução Francesa.
Após discussões sobre a linha do tempo relativa ao assunto, os alunos começaram a aprofundar seus conhecimentos a partir de uma atividade realizada em sala, que envolvia principalmente as mudanças que ocorreram com relação às classes sociais da Sociedade Francesa, bem como as reivindicações de alguns habitantes da França em tal época. Antes, havia uma hierarquia, uma relação de superiodidade do clero e da nobreza sob os trabalhadores, camponeses, porém após um certo tempo, as três ordens sociais passaram a estabelecer uma relação de igualdade de direitos. A população começou a se manifestar de uma maneira intensa com relação aos desejos de igualdade social.
Também foi debatido em sala que havia forças políticas organizadas durante a Revolução Francesa. Em linhas gerais, os Girondinos eram aqueles que eram contra o regime político da época, e que tiveram uma considerável perda de poder; os Jacobinos defendiam os mesmos ideiais que os dos Girondinos, porém de uma forma mais radical, inclusive pelo fato de estarem à frente do Terror; o movimento dos Sans-Culote era formado pela população, em geral, e lutavam por decisões revolucionárias pelo meio de movimentos populares.
Finalizando a aula, os alunos fora orientados a responder a uma atividade de revisão, que englobava ,de forma geral, todos os aspectos da Revolução Francesa.
Depois de tudo que aconteceu o Rei resolveu fugir da França, indo a caminho da Austrália onde parentes de sua mulher, Maria Antonieta, comandavam, mas nem tudo saiu como planejado, quando já estavam perto do seu destino foram parados por guardas e acabaram sendo presos. Ao contrario que Louis XVI pensava, o povo estava revoltado acreditando que seu Rei era um traidor.
Robespierre, um dos comandantes da revolução, chegou à conclusão que a mesma já estava fora de controle, a partir daí foi tomada a decisão que o Rei seria levado a Assembleia, lá a decisão foi tomada. Louis estava com a pena de morte traçada.
Com isso um novo grupo surgiu, os Sem- Culote composto por pessoas de condições financeiras boas.
Com o banho de sangue que estava ocorrendo na França vários países europeus se impuseram contra essas atitudes o que fez com que guardas tivessem que ir para a guerra, com medo dos prisioneiros fugirem Sem- Culote resolveram matar todos
Marat, um jornalista, que via a revolução como um banho de sangue e forma de matar as pessoas, onde tinha total poder, bastava apenas publicar no seu jornal o nome do “traidor” que no próximo dia o mesmo estava destinado à guilhotina, mas isso até uma mulher corajosa, Charlotte Collett, mata-lo com uma facada em seu peito, a fim de promover novamente a paz em seu país.
Pouco tempo depois chegou à vez de Maria Antonieta, onde ela foi afastada de seus filhos e passou longos anos na prisão. Em quinze de outubro a mesma foi julgada e condenada por alta traição, espolia mento do tesouro nacional e incesto com o próprio filho, mas tudo não passava de rumores absurdos. Mesmo assim com fundo de esperança Antonieta apelou para as mulheres presentes, em que naquele momento perceberam que haviam ido longe demais, mas arrependimento não bastava, o destino de rainha já tinha sido traçado igualmente como o de seu marido.
Preocupado com a matança em seu País Robespierre acabou esquecendo-se da revolta europeia, onde a França estava cada vez mais sofrendo seguidas derrotas, então o homem decidiu que teriam de atacar para sobreviver, com o País tomado pelo sentimento de terror, qualquer um que sofresse uma pequena acusação contra a revolução iria para guilhotina.
Para consolidar o poder criou-se o Comitê de Salvação Publica, governado por doze homens, onde o grande destaque foi Robespierre, que cada vez mais perdia o controle do banho de sangue. Reativou a censura e proibiu a pratica de qualquer religião, a igreja estava sendo atacados constantemente, santos foram trocados por Marat, a riqueza das igrejas foi saqueada e até mesmo o calendário sofreu modificações, sendo contado agora após a queda da Monarquia.
Como forma de exemplo o comitê levou os rebeldes para o campo onde foram massacrados. O fim do terror só poderia acabar quando seu principal mentor, Robespierre, morresse
Hoje, no dia 03/04/2012, na aula de historia, foi apresentado a última e a penúltima parte do documentário sobre a Revolução Francesa que estava sendo passado para nas aulas de história desde o dia 19/03/2012.
O penúltimo vídeo, de modo geral, fala sobre o terror que se espalhou pela França que ocorreu porque qualquer coisa que uma pessoa falasse, podia ser usada contra ela e ela ser julgada e morta pela guilhotina. O vídeo também fala sobre a descristianização. Fizeram essa descristianização, pois os 12 homens do Comitê de Salvação Pública, pensaram que era a igreja que estava influenciando a resistência dos inimigos da Revolução, então os santos foram substituídos por um ícone, Marat que ficou conhecido como quase um deus.
No segundo vídeo fala sobre a morte de Robespierre. Ele morreu, pois ele estava ganhando muito poder então ele começou a fazer coisas que só ele concordava e até surgiu a dúvida de que ele estava se considerando um deus e os seus colegas não gostaram nem um pouco disso. Mais tarde Robespierre foi condenado a guilhotina e o terror “morreu” com ele. A revolução ainda tinha continuado e mais tarde Napoleão Bonaparte se coroou rei. (caso tenha ficado alguma dúvida sobre os vídeos aqui falados, você pode ver todas as partes do documentário no mural do blog).
E para concluir a aula e o documentário, o professor Marcelo, tomou a palavra e perguntou para os alunos o que tinha ficado para eles nesse vídeo. Então os alunos responderam que esse vídeo mostra o contexto pré-revolucionário, a Revolução e pós-revolucionário; a Revolução Francesa marcou e modificou muitas coisas na sociedade e são preservadas até hoje; que a revolução condicionou o fim de uma era, a era feudal; a revolução inspirou várias outras revoluções pelo mundo.
Hoje, nas aulas de história, foi visto a parte que conclui o documentário sobre a revolução francesa e o final da penúltima parte, que não foi vista na aula da semana passada. Esse documentário começou a ser mostrado duas semanas atrás.
A metade final do primeiro vídeo mostrou principalmente o processo de descristianização, no qual os tributos à religião foram substituidos por tributos a Marat e a forma como o terror se espalhou pela França, porém foi esse terror que silenciou os inimigos da revolução e apartir desse momento, a França começou a se dar bem nas batalhas em suas fronteiras, quando forçou a marinha inglesa a recuar de forma humilhante. Com esses acontecimentos, a revolução atingiu o seu ápice.
O último vídeo começou falando da morte de danton e dos que faziam oposição a Robespierre.
Robespierre tentou fazer muitas coisas absurdas e tais ações o levaram a guilhotina e provocaram, por tanto o terror, que morreu com ele, diferentemente da revolução que continuou a existir.
As consequencias da revolução duraram muito tempo e influencairam muitos países, que hoje brigam por justiça e direitos iguais.
Após o vídeo houve em sala uma discussão, na qual foi discutida os aspectos que ficaram do vídeo, como o que ocorreu antes, durante e após a revolução, a influência dela na atualidade. A imparcialidade do documentário foi elogiada.
Também se abrangeu na discussão o fato de que é importante estudar a revolução francesa, para entender as influências que ela ainda exerce atualmente nos países, por exemplo, várias outras revoluções terem sido influenciadas por conta da francesa.
Qualquer dúvida sobre o documentário pode ser tirada assistindo-o. Ele está dividido em nove partes e todas estão postadas aqui no blog do coruja sapiens.
Estamos discutindo nas últimas aulas de história o direito à cidadania, desde a pólis na Grécia até a Revolução Francesa.
Aqiui vamos falar do direito à cidadania na Grécia Antiga; bem, na Grécia Antiga os cidadãos eram obrigados a exercer funções militares e políticas, entretanto, o direito a cidadania era restrito. Começando por Esparta, quem mandava eram os espartíatas, que eram propietários de terra de origem dórica, apenas eles tinham direito à cidadania; abaixo dos espartíatas estavam: periecos, que eram homens livres homens livres da periferia, sem direitos políticos e os hilotas , camponeses descendentes de povos subjugados pelos espartíatas como propriedade do Estado.
Depois termino de postar sobre a sociedade ateniense…